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Universitários em Lisboa preferem a zona de Arroios para viver

      
Universitários em Lisboa preferem a zona de Arroios para viver
Universitários em Lisboa preferem a zona de Arroios para viver  |  Fonte: Uniplaces

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Vai entrar na Universidade e ainda não sabe muito bem onde vai viver e quais as opções que tem à sua disposição? Fique a saber que as opções são várias e para vários preços. As residências universitárias são a opção mais económica, mas implicam uma candidatura na instituição a ingressar, nos respetivos serviços de ação social, após a matrícula.

Mas se considera que uma residência universitária não é uma boa solução para si, podendo trazer-lhe muitas distrações, ou simplesmente porque já sabe à partida que não vai ter qualquer hipótese de lhe vir a ser atribuída uma vaga, pode sempre tentar alugar um quarto, ou até mesmo uma casa juntamente com um grupo de colegas ou de amigos da terra ou do curso e partilhar as despesas.

Para além disso, existem ainda os programas de solidariedade sénior. Na prática trata-se de programas das universidades apoiados pelas autarquias locais e que promovem a solidariedade. Os jovens universitários que se candidatem aos programas disponíveis ficam alojados em residências de pessoas idosas em troca de companhia e algum apoio que seja necessário, desde compra de medicamentos, acompanhamento a consultas médicas, etc. Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria são algumas das cidades que disponibilizam estes serviços, mas para mais informações consulte a sua AE.

Ao começar a procurar casa ou quarto, uma das questões a considerar é a localização: a área envolvente, a distância até à faculdade, a facilidade de transportes, etc.

Segundo a Uniplaces, quem estuda em Lisboa prefere viver na zona de Arroios, já a norte do país, os estudantes preferem morar nas zonas de Paranhos, Bonfim e Cedofeita. Ainda segundo os mesmos dados recolhidos pela plataforma, a renda média na zona do Porto subiu 8% face ao período homólogo de 2016.

A Uniplaces, plataforma portuguesa online para alojamento de estudantes universitários, divulgou recentemente os dados referentes ao arrendamento praticado através da plataforma, nas cidades de Lisboa e Porto durante o segundo trimestre deste ano.

Na capital, a renda média praticada entre os meses de abril e junho através da plataforma da Uniplaces foi de 364 euros por quarto, um valor 11% superior ao período homólogo de 2016.

A zona de Arroios apresentou uma maior procura neste período, um total de 12% da procura de estudantes portugueses e internacionais e uma renda média mensal de 338 euros. A proximidade com as universidades colocou as zonas de São Sebastião e Alameda em segundo e terceiro lugar da procura, com rendas médias mensais de 397 euros e 369 euros, respetivamente. Intendente foi a zona de Lisboa que apresentou a renda média mensal mais elevada, 399 euros.
A norte do país, a renda média mensal de 272 euros praticada traduziu-se num aumento de 8% face aos preços médios praticados no segundo trimestre de 2016. Ainda assim a renda média mensal na zona do Porto continua a ser substancialmente mais baixa do que os valores praticados na cidade de Lisboa (- 25%). Entre as principais tendências verificou-se que na cidade do Porto a procura é mais concentrada, do que em Lisboa.

Paranhos é a zona da cidade do Porto mais procurada pelos estudantes, com uma renda média mensal de 258 euros. Bonfim encontra-se em segundo lugar da preferência dos estudantes, com uma renda média mensal de 273 euros e, em terceiro lugar, a zona de Cedofeita, com uma renda média mensal de 293 euros. A zona mais cara para se arrendar um quarto é Matosinhos, com uma renda média mensal de 350 euros.

Criada em Portugal, a Uniplaces acompanha os estudantes internacionais, melhorando a sua experiência fora de casa, ao mesmo tempo que ajuda os senhorios no arrendamento das suas propriedades, em menos tempo que o habitual e de uma forma mais rentável.

Relembramos que desde o seu lançamento em 2012, a Uniplaces foi das start-ups portuguesas que mais financiamento conseguiu angariar, totalizando até agora um investimento de praticamente 28 milhões de euros.

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