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As mentiras mais frequentes nos processos de recrutamento de emprego

      
As mentiras mais frequentes nos processos de recrutamento de emprego
As mentiras mais frequentes nos processos de recrutamento de emprego  |  Fonte: Universia Portugal
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DICAS DE RECRUTAMENTO

Os Técnicos do Universia Emprego deixam algumas dicas sobre como conseguir emprego, como funciona o mercado de trabalho e o desenvolvimento profissional. Acompanhe a série

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O maior erro de alguém que está a participar num processo de recrutamento é mentir durante alguma das fases da seleção: em algum momento o candidato vai ser questionado sobre o que afirma no seu currículo e caso não saiba responder, será automaticamente eliminado. Afinal, nenhuma empresa quer contratar alguém que tenha, como prática, inventar e sobretudo mentir descaradamente.

A transparência é um requisito fundamental solicitado por quem contrata. Por isso, o candidato que quer conquistar a vaga deve ser verdadeiro durante todo o processo. Caso contrário, ainda corre o risco de ficar queimado no mercado de trabalho para futuras oportunidades.

Os bons técnicos de recrutamento conseguem identificar mentiras nos currículos dos profissionais até mesmo sem nunca terem conversado com eles.

A seguir, conheça as principais mentiras ditas por candidatos durante os processos de recrutamento e tenha cuidado para não cometer nenhuma delas, mesmo que seja sem querer:

EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORES

Convencidas de que só terão oportunidade de entrar para a empresa, caso tenham tido experiências profissionais em grandes organizações, algumas pessoas mentem sobre os empregos anteriores. Há ainda candidatos que, por terem medo de ser eliminados por terem ficado pouco tempo em determinada organização, mentem sobre o período de tempo que trabalharam na empresa. Existem, ainda, profissionais que foram demitidos de empregos anteriores e, para não admitirem o facto, acabam por inventar uma história completamente diferente da realidade.

O facto é que: a empresa que o vai contratar vai investigar as experiências anteriores do candidato e, caso haja alguma divergência entre as histórias, a contratação pode, inclusive, ser cancelada.

FLUÊNCIA EM IDIOMAS

Dizer que possui conhecimento avançado em determinado idioma é, talvez, a mentira mais frequente nos currículos dos candidatos. O problema é que algumas empresas precisam mesmo de funcionários fluentes em outras línguas, por isso, durante as suas entrevistas presenciais, exigem que o candidato responda às perguntas no referido idioma com que trabalham.

Imagine a situação: o profissional chega à última fase do processo de recrutamento e, quando vai conversar com o responsável pela vaga, não consegue responder em inglês, sendo que no seu currículo estava nível de conhecimento avançado – não queira passar por essa experiência.

HABILIDADES

Tal como no que se refere a idiomas, alguns profissionais também afirmam ter conhecimento avançado em programas e outras competências técnicas. O problema volt a colocar-se aqui uma vez mais: existem casos de funcionários que foram demitidos em menos de uma semana, pois não sabiam mexer em nada do que afirmavam dominar.

Mentir sobre cursos e certificações também é frequente. Além disso, há ainda profissionais que se declaram proactivos e que gostam de trabalhar em equipa, mas, quando chegam a uma dinâmica em grupo, não mostram atitude e ainda têm uma péssima relação com os concorrentes.

É preciso compreender que o perfil do candidato deve estar de acordo com os valores da empresa; caso contrário, nenhuma das duas partes ficará satisfeita com a contratação.

LOCAL DE RESIDÊNCIA

Na luta por um contrato de trabalho, alguns profissionais mudam o seu endereço de acordo com a localização da empresa. No entanto, algumas organizações costumam enviar documentos e outros itens por correio – caso o candidato tenha que admitir que mudou de endereço assim que é contratado não será bem interpretado.

HOBBIES

Distrair-se é fundamental, mas há profissionais que têm medo de assumir durante uma entrevista de emprego de que forma aproveitam as suas horas de lazer. Podem gostar de estudar, mas dificilmente levarão a prática como hobby. Quando questionados sobre o que gostam de fazer, os candidatos devem ser sinceros: cinema, séries, leitura, música, passeios, fotografia, desporto – o que for! Os técnicos de recrutamento conseguem identificar características comportamentais a partir da resposta, por isso não tenha receio de ser verdadeiro.

PONTOS FORTES E FRACOS

Para esta pergunta, existem muitas respostas comuns entre os candidatos: a ansiedade, a proactividade, o perfeccionismo, etc.. No entanto, o candidato deverá ser sincero perante quem o está a entrevistar: de que forma poderá contribuir para a empresa a partir das suas habilidades e que competências precisa de melhorar para manter um bom desempenho.

Não há nada de errado em ter defeitos, afinal, nenhuma pessoa possui apenas qualidades. A resposta deverá refletir o perfil do candidato, pois as características também devem ser adequadas à cultura e necessidades da empresa, que às vezes pode não estar a precisar de uma pessoa proactiva, por exemplo.



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