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O acesso ao ensino superior 2017/2018 em números

      
O acesso ao ensino superior 2017/2018 em números
O acesso ao ensino superior 2017/2018 em números  |  Fonte: DGES

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Para o ano letivo de 2017/2018 prevê-se o ingresso de 73 mil novos estudantes no ensino superior público, incluindo cerca de 47 mil estudantes através do Concurso Nacional de Acesso (CNA).

44914 ficaram este fim de semana a saber onde e o que irão estudar nos próximos anos. Relativamente a este último número, destacam-se as áreas dos sistemas de informação (i.e., TICE) e Física com um aumento de 10%; 27648 ficaram colocados no ensino universitário e 17266 no ensino politécnico, o que representa um aumento de 2% e 8%, respetivamente.

16% foi quanto aumentou o número de estudantes colocados na sua 1.ª opção.

13% foi quanto aumentou número de estudantes colocados nesta fase em instituições localizadas em regiões de menor densidade demográfica, e um crescendo de 20% nos politécnicos dessas regiões.

A DGES prevê que sejam cerca de 73 mil os novos estudantes a ingressar o ensino superior público no ano letivo de 2017-2018, incluindo cerca de 66,5 mil estudantes nos cursos de licenciatura e mestrados integrados e cerca de 6,8 mil estudantes nos cursos técnicos superiores profissionais (i.e., TESP’s).

Para já, os resultados da 1.ª fase do CNA ao ensino superior público revelam que:

  • 44914 novos estudantes foram já colocados na 1.ª fase do CNA, representando um aumento de 5% face ao ano anterior e o valor mais elevado desde 2010;

  • 10% foi quanto aumentou face ao ano anterior o número de estudantes já colocados nas áreas de área das Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica (TICE) e na área de Física 

  • 27648 novos estudantes ficaram já colocados no ensino universitário (27036 em 2016-2017) e 17266 no ensino politécnico (face a 15922 em 2016-2017), o que corresponde respetivamente a um aumento de 2,3% e 8,4% no final da 1.ª fase do CNA.

  • 16% é o valor do aumento do número de estudantes candidatos em 1.ª opção no ensino politécnico. Já o número de estudantes candidatos em 1ª opção no ensino universitário cresce 2%.

  • 13% é quanto aumenta o número de estudantes colocados nesta fase em instituições localizadas em regiões de menor densidade demográfica, face ao ano anterior, crescendo 20% nos politécnicos dessas regiões

  • 52 434 é o número de candidatos que concorreram à 1ª fase do concurso, representando um aumento de 6,0% face à mesma fase do ano anterior e o maior número de candidatos desde 2009.

  • 6225 é o número de vagas que transitam para a 2ª e 3ª fases do CNA, correspondendo ao menor número de vagas disponíveis desde 2009.

  • 23 é o número de cursos que ficaram com as vagas esgotadas.
  • 18,8 e 18,75 é o valor das notas mais elevadas do último colocado, referindo-se respectivamente aos cursos de Engenharia Aeroespacial e Engenharia Física e Tecnológica, do Instituto Técnico de Lisboa. Seguiu-se depois:

  • 18,43  Engenharia e Gestão Industrial da Universidade do Porto.

  • 18,33 Medicina da Universidade do Porto

  • 62 número de vagas disponíveis para segunda fase para o curso de Engenharia de Energias Renováveis, do Politécnico de Bragança.

  • 44 é o número de cursos que não receberam qualquer candidatura

Os resultados da primeira fase do concurso foram divulgados na Internet, às 00h01 de domingo, 10 de setembro, no sítio da Direção-Geral do Ensino Superior, podendo ainda ser consultados através da aplicação ES Acesso, disponível nas plataformas iOS1 e Android2.

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