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3 tecnologias chave para a Internet das Coisas

      
A Internet das Coisas é a tecnologias das cidades do futuro
A Internet das Coisas é a tecnologias das cidades do futuro
  • Objetos em rede que comunicam entre si e com as pessoas vão tornar o mundo mais inteligente
  • Nos próximos anos entre 30 a 50 mil milhões de dispositivos eletrónicos vão estar conectados
  • O termo Internet das Coisas inspira-se no inglês IoT – Internet of Things

No futuro, quando chegarmos a uma esplanada já vão ter o pequeno-almoço pronto a ser servido só porque o encomendamos através de um clique no telemóvel ou no smartwatch. A Internet das Coisas é um sistema avançado que permitirá incorporar todo o tipo de objetos unidos em rede. 

A Microsoft assegura que durante os próximos anos existirão entre 30 a 50 mil milhões de dispositivos eletrónicos conectados, uma possibilidade que vai materializar-se graças à criação e intercâmbio de dados nunca antes vistos na história da humanidade.

Partindo do termo em inglês IoT – Internet of Things – estamos perante uma realidade que se compõe de pequenas redes e novas tecnologias que têm como objetivo ligar ao máximo os objetos que nos rodeiam, entre eles e connosco.

Objetos inteligentes em smart cities

Um dos grandes âmbitos de ação do IoT relaciona-se com as cidades avançadas ou smart cities. A Internet das Coisas será capaz de medir e ligar uma série de parâmetros externos – por exemplo a temperatura, a energia, a atividade, a luz, a humidade, os erros, etc. - de forma automática, sem qualquer interferência humana.

Já existem muitas cidades que estão a implementar redes de sensores em múltiplos pontos como alarmes, semáforos, veículos, postos de iluminação, entre outros locais, para facilitar a vida na cidade, controlando por exemplo o número de peões que passam num determinado cruzamento para automatizar o trânsito na zona.

3 tecnologias chave da Internet das Coisas

1. Processadores pequenos e potentes

Um dos requisitos da Internet das Coisas é que os dispositivos sejam pequenos e consumam pouca energia. Os processadores dos smartphones e a sua evolução nos últimos anos têm ajudado a um desenvolvimento das tecnologias neste sentido. A grande aposta da IoT está nos processadores pequenos e potentes.

Arduido, sabes o que é?

Um outro elemento da tecnologia que já é indispensável para muitos e está intimamente ligado com a Internet das coisas é o Arduido, adorado pela comunidade e baseado em processadores RISC da Atmel. O sistema permite que pessoas com conhecimentos básicos de eletrónica e programação possam desenhar e implementar as suas ideias tecnológicas.

Nesse sentido, e graças ao Arduido, têm sido criadas múltiplas iniciativas para satisfazer as necessidades da IoT, como sensores para casas ou a gestão dos sistemas de vigilância.

2. Sensores, tão indispensáveis quanto invisíveis
O processador e a plataforma têm como objetivo gerir a informação, mas esta deve chegar através dos sensores. É este elemento chave do hardware que interactua entre a tecnologia e o ambiente, medindo algo e capturando os dados que desejamos.

3. Velocidade de conexão

A conetividade de largo alcance só será atingida com velocidades superiores às que estão hoje a ser utilizadas. Necessitamos aumentar a velocidade de conexão entre computadores e tecnologias para alcançar uma maior amplitude da Internet das Coisas, o que surgirá com revoluções tecnológicas tão importantes como o Li Fi, ou seja, a transmissão de dados através da luz. 

Achas que tudo isto está fora do teu alcance? Estás enganado. O futuro não está assim tão longe quanto possas imaginar.



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