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Número de estudantes estrangeiros não pára de crescer

      
O Estatuto do Estudante Internacional está regulado em decreto-lei desde 2014
O Estatuto do Estudante Internacional está regulado em decreto-lei desde 2014
  • O idioma faz com que estudantes brasileiros procurem muito as universidades públicas portuguesas.
  • O número de inscrições nas universidades privadas também está a crescer devido à procura dos estudantes estrangeiros. 
  • As propinas no caso dos alunos estrangeiros são muito mais elevadas do que as paga pelos estudantes nacionais. 

O número de estudantes estrangeiros em Portugal quase duplicou de 2014 para 2018, passando dos 14 883 para 26 228. Brasil, Espanha, Angola, Cabo Verde, Alemanha e França são os países mais representados nas universidades portuguesas

As universidades de Coimbra, Minho, Porto, Lisboa e o Politécnico de Bragança são as instituições que mais alunos estrangeiros esperam receber no ano letivo de 2018-2019. “As estimativas mostram que o total de novos estudantes estrangeiros ao abrigo do Estatuto de Estudante Internacional que se prevê iniciarem estudos em Portugal aumenta de 4.521 em 2017 para 5.540”, lê-se num documento da tutela.

Universidade do Minho recebe 350 estudantes de mobilidade

A Universidade do Minho, por exemplo, já recebeu os cerca de 350 estudantes de mobilidade que irão realizar um período de estudos/estágio durante o 1º semestre, oriundos de 36 países, entre eles Espanha, França, Itália, Alemanha, Turquia, Arménia, Brasil, Colômbia e China.

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Estudantes estrangeiros no público e no privado 

O fenómeno de subida do número de estudantes estrangeiros em Portugal abrange não apenas as universidades públicas, mas também as privadas que estão a receber cada vez mais estudantes vindos do exterior, em especial brasileiros, o que tem contribuído para o aumento das inscrições no geral.

Estatuto do Estudante Internacional

O Estatuto do Estudante Internacional está regulado em decreto-lei desde 2014. A aplicação destas medidas não foi pacífica, na medida em que são aplicadas propinas mais elevadas a estes estudantes. No caso dos alunos estrangeiros as propinas podem chegar aos sete mil euros por ano, um valor bastante superior ao que é pago pelos portugueses que ronda os mil euros.

Quem são os estudantes a quem se destina o concurso especial para estudantes internacionais?

  • Estudantes que não tenham nacionalidade portuguesa, excetuando os nacionais de um Estado membro da União Europeia;
  • Os que, não sendo nacionais de um Estado membro da União Europeia, residam legalmente em Portugal há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em 31 de agosto do ano em que pretendam ingressar no ensino superior, bem como os filhos que com eles residam, sendo que o tempo de residência para estudo não releva para este efeito;
  • Os que requeiram o ingresso no ensino superior através dos regimes especiais.

Sejam titulares de:

  • Qualificação que dê acesso ao ensino superior, entendida como qualquer diploma ou certificado emitido por uma autoridade competente que ateste a aprovação num programa de ensino e lhes confira direito de se candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi conferido; ou
  • Diploma do ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente.

Conselhos para sobreviver ao primeiro ano da universidade

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