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Mais de metade dos portugueses nascidos em 2000 estão no ensino superior

      
Cerca de 63 200 alunos que fazem parte da geração do milénio estão matriculados em universidades e institutos politécnicos
Cerca de 63 200 alunos que fazem parte da geração do milénio estão matriculados em universidades e institutos politécnicos
  • Mais de metade das pessoas que nasceram no ano 2000 entraram, este ano letivo, no ensino superior, sendo que 7.600 optaram por formações curtas.
  • 63 200 alunos que fazem parte da geração do milénio estão matriculados em universidades e institutos politécnicos.
  • Como se carateriza esta geração? Os denominados nativos digitais dão muita importância às experiências como as viagens.

Cerca de 52% dos portugueses que nasceram em 2000 entraram no ensino superior este ano letivo. Do total das pessoas que vieram ao mundo nesta data 7.600 optaram por formações curtas, sobretudo nos politécnicos. Estes cursos vocacionados para Técnicos Superiores Profissionais não conferem grau, mas possibilitam que os estudantes prossigam os estudos para a licenciatura.

As previsões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) indicam que cerca de 63 200 alunos que fazem parte da geração do milénio estão matriculados em universidades para frequentarem cursos neste ano letivo de 2018/19.

Segundo os dados do mesmo ministério, dos 120 008 nascidos em Portugal no ano 2000: 24% ainda não concluíram o secundário e 9% não chegaram ao 12º ano. 

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Como é a geração do ano 2000?

As pessoas que nasceram a partir do ano 2000 são conhecidos como nativos digitais. São jovens que se sentem como peixe na água no mundo digital e por esse motivo estão muito ligados às tecnologias, são profundamente individualistas, estão mais preocupados em viver e experimentar (por exemplo em fazer viagens) do que em poupar para o futuro, indicam os especialistas.

“Num determinado momento, esta geração passa a não ter mais experiência com o mundo analógico. Essa será uma grande mudança. Estes jovens pensam que não necessitam mais ter carro, nem ter nada. É uma geração que vive. Essa é uma mudança de pensamento e do modelo mental (em comparação a outras gerações)”, afirma a diretora da multinacional Stanton Chase e especialista no assunto, Eline Kullock.

Os nativos digitais têm também uma relação inédita com a informação e muitos deles são produtores de conteúdos. Segundo um estudo da consultora norte-americana Qmee a cada minuto que passa são criadas, em média, 72 horas de vídeo no Youtube, 41 mil post no Facebook e 3,6 fotos no Instagram.

Viver até aos 100 anos

Uma outra curiosidade sobre quem nasceu a partir do ano 2000 é que é possível que chegue, sem grandes complicações, aos 100 anos, segundo um estudo publicado recentemente na revista científica “The Lancet” realizado por investigadores dinamarqueses e alemães sobre as expectativas de vida e o desenvolvimento das doenças em 30 países ricos.

Os cientistas do Instituto Max Planck na Alemanha, dirigidos por Kaare Christensen, do Centro Dinamarquês de Pesquisa do Envelhecimento, chegaram à conclusão de que a maioria das crianças que nasce hoje em países como Espanha, Alemanha, França, Itália, EUA e Japão, entre outros, poderá viver mais de um século.

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