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Empreendedores sentem mais energia do que trabalhadores por conta de outrem

      
Os empreendedores atribuem mais significado ao trabalho
Os empreendedores atribuem mais significado ao trabalho
  • Um estudo internacional com 22 mil participantes de 16 países conclui que os empreendedores têm mais energia do que quem trabalha por conta própria.
  • A Holanda é o país em que a maior percentagem de pessoas (85,4%) afirma que ter um negócio próprio é uma boa opção de carreira.
  • No ano letivo de 2019/20 vai ser lançado, em Portugal, o primeiro mestrado em Empreendedorismo e Impacto.

Os empreendedores não só têm níveis de bem-estar superiores a quem trabalha por conta de outrem, como também atribuem mais significado ao trabalho. As conclusões são de um estudo que envolveu 22 mil participantes de 16 países: Portugal, Bélgica, Alemanha, Grécia, Espanha, França, Irlanda, Letónia, Hungria, Holanda, Roménia, Eslovénia, Finlândia, Suécia, e Reino Unido.

A análise tem por base dados do Global Entrepreneurship Monitor e do Inquérito Europeu às condições de Trabalho recolhidos em 2010 e do Eurostat. O estudo foi coordenado pela professora do ISCTE, Susana Tavares.

“Verificámos que em todos os 16 países, em média, os empreendedores apresentam níveis superiores de vitalidade, ou seja com mais frequência dizem que se sentem positivamente energizados, cognitivamente mais activados quando comparados com os trabalhadores por conta de outrem. Por outro lado, em média, os empreendedores também atribuem mais sentido e significado ao trabalho que fazem do que os trabalhadores por contra de outrem”, explica em declarações ao jornal Público a investigadora Susana Tavares.

Segundo a pesquisa, a Holanda é o país em que a maior percentagem de pessoas (85,4%) afirma que ter um negócio próprio é uma boa opção de carreira, enquanto a Finlândia está no extremo oposto com 46,1%. Portugal apresenta uma percentagem de 67,5%. Também Itália, Grécia e Espanha têm percentagens próximas das de Portugal.

Gostava de tirar um mestrado em Empreendedorismo?

Para o ano lectivo de 2019/20 está previsto abrir pela primeira vez em Portugal o mestrado em Empreendedorismo e Impacto, uma parceria entre a Fundação Calouste Gulbenkian  e a Nova School of Business & Economics (Nova SBE).

A nova formação, segundo o comunicado do programa, pretende corresponder à “ideia de que os novos desafios sociais ocupam um espaço cada vez mais relevante na economia e na sociedade e que a sua resolução passa por uma transformação na atitude das organizações”. As vertentes incluídas nesta especialização serão essencialmente três: empreendedorismo, empreendedorismo social e intra-preendedorismo.

“Procuramos não só dar mais força à capacidade de investigação sobre estes novos temas em Portugal, mas também – e principalmente – influenciar os atuais e futuros líderes no sentido de incluírem fatores de impacto social nos seus processos de decisão”, sublinha Isabel Mota, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, citada no mesmo comunicado.

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