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Brasileiros na Universidade de Warwick (Reino Unido)

      
Toda vez que vou ao Brasil muitas pessoas me perguntam como é estudar fora do Brasil, mais precisamente no Reino Unido, sempre dou meu ponto de vista, porem agora decidi perguntar a quem teve uma experiência diferente, o conheci no International Office da Universidade de Warwick, onde eu estive trabalhando por uma semana. Já não conto minha historia, sim a historia do Carlos, e da sua esposa Suelem.

Em setembro de 2011, o casal Carlos e Suelem Serra partiu para uma aventura. Deixaram seus empregos no Rio de Janeiro para atravessar o atlântico em busca de desenvolvimento pessoal e profissional no Reino Unido. Carlos iria iniciar em outubro um mestrado em gerenciamento de projetos na "University of Warwick" e a Suelem pretendia se dedicar a fazer cursos de Inglês e trabalhos voluntários durante o curso do marido.

Durante esse um ano de mestrado, expectativas se confirmaram, outras ate foram superadas e certamente muito se aprendeu. Nos próximos parágrafos eles contam alguns pontos interessantes para quem pensa em fazer algo similar.

Estudo, muito estudo

Carlos chegou ao Reino Unido com uma ideia do tema que iria pesquisar e preparado para 8 a 10 horas diárias de estudo. Mas mais do que muitas horas de estudo ele se deparou com uma quantidade de oportunidades de aprendizado que ele não esperava. Logo que chegou à faculdade, ele teve a oportunidade de selecionar seu supervisor dentre uma ampla gama de especialidades, proporcionando-o um especialista no tema que ele queria estudar. Isso foi muito importante para apoia-lo no estudo do tema que lhe interessava. Fora o projeto de pesquisa, Carlos considerou o método de ensino muito além das expectativas, com grande volume de simulações, exercícios, seminários e atividades praticas em grupo que ocorreram durante os módulos, conjugado com, entre um modulo e outro, trabalhos de pesquisa estimulando a reflexão e a analise critica. Ele afirmou nunca ter visto modelo similar no Brasil e ter achado muito importante para o desenvolvimento do julgamento pessoal do estudante com relação a cada tema. Além disso, a realização de simulações com pessoas de diversas nacionalidades diferentes proporcionou uma oportunidade única de desenvolver a habilidade de trabalhar em ambientes multiculturais.

Além do estudo

Mas mais do que estudar 10 horas por dia, Carlos viu a oportunidade de conciliar esse estudo com atividades esportivas, como natação, Jiu Jitsu e musculação. O centro esportivo da universidade surpreendeu o casal, oferecendo dezenas de esportes inclusive alguns bem inusitados como paraquedismo, escalada, esgrima, entre outros. Além disso, varias atividades culturais estavam disponíveis, como passeios semanais a outras cidades, participação em sociedades temáticas, e uma agenda variada no centro cultural, um cinema, duas casas noturnas e ainda vários bares e pubs que existem dentro e ao redor da universidade. Mais do que passa tempo, as atividades culturais e esportivas ofereceram outra oportunidade de integração com outras culturas, que segundo Carlos foi o maior beneficio indireto do curso. Segundo ele esta valendo a pena a experiência. Logo seguirei com a conversa e espero ter mais que contar, vou literalmente colocar as palavras do Carlos aqui nesse site.


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