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IPVC Novamente entre os politécnicos mais procurados

      
Fonte: Picasa Universia

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC] está entre os politécnicos com maior procura na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, ao registar 54% de ocupação de vagas. Para o Prof. Rui Teixeira, presidente da instituição, é “muito positivo e deixa-nos muito satisfeitos”. A nível nacional a instituição volta a ser a 6ª mais procurada pelos candidatos ao ensino superior.

 

O resultado “é obra de todos. Primeiro de uma região que nos acolhe, das pessoas que a constituem, do seu poder político e, depois, de um instituto cada vez mais preocupado em servir com a qualidade dos seus professores e funcionários”, considera o Prof. Rui Teixeira, sem esquecer a “imagem social que é desenvolvida pelos nossos alunos enquanto estudantes e depois quando assumem o seu lugar no mercado de trabalho”.

 

O Politécnico de Viana continua a preencher 100% de vagas de um considerável leque de cursos, a saber Biotecnologia, Design do Produto, Desporto e Lazer, Educação Básica, Educação Social Gerontológica, Enfermagem, Gestão, Turismo e Marketing e Comunicação Empresarial, em que neste ficaram por preencher apenas 2 vagas “residuais”.

 

Com os resultados mais baixos em termos de ingresso registaram-se os cursos de engenharia de áreas como Civil e do Ambiente, Computação Gráfica e Multimédia, Energias Renováveis, Mecânica e Redes de Computadores, bem como as licenciaturas de Agronomia, Ciências e Tecnologias do Ambiente, Organização e Gestão Empresariais, Contabilidade e Fiscalidade.

 

Face a estes resultados, o Presidente Rui Teixeira volta a sublinhar que “esta é apenas a primeira fase de um concurso e apenas de um dos corpos que concorrem ao ensino superior: os alunos do ensino secundário”, recorda. Para além “destes que terão agora a segunda e a terceira fases - e que permitirão o preenchimento de grande parte dos cursos que ficaram por preencher - existem depois alunos de outras proveniências como os dos concursos e regimes especiais, os maiores de 23 anos - regime com grande procura no país - e os alunos dos CET, dos quais uma significativa percentagem tem acesso ao ensino superior”.

 

Assim, “só depois destas fases é que poderemos estar em condições de fazer a avaliação final”, conclui o Prof. Rui Teixeira.

 


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