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Entrevista Universia a David Claudino, Country President da Schneider Electric Portugal

      
David Claudino, Country President da Schneider Electric Portugal
David Claudino, Country President da Schneider Electric Portugal  |  Fonte: Schneider Electric Portugal

Numa tentativa de perceber as implicações desta nova parceria, o Universia Portugal entrevistou David Claudino, Country President da Schneider Electric Portugal.

 

  1. Como surgiu esta parceria entre a Schneider Electric e o IEFP?

O protocolo de formação com o IEFP é uma extensão da política de recursos humanos da Schneider Electric, que aposta fortemente na formação e valorização do talento nacional. Esta parceria é assim uma adição ao Centro de Formação da Schneider Electric e à Energy University e espelha a nossa aposta na formação, disponibilizada não só aos nossos colaboradores mas também aos profissionais do sector em geral e estudantes. O principal objectivo passa por ajudar o talento qualificado de que dispomos em Portugal a desenvolver novas competências e know-how, tal como, ajudar à sua inserção no mercado de trabalho.

 

 

  1. Quem poderá candidatar-se a estas formações e de que tipo de formações estamos a falar?

Este é um protocolo de formação, destinado à atribuição de novas competências para potenciar a inserção no mercado de trabalho de profissionais e combater o desemprego. Podem candidatar-se os profissionais inscritos no IEFP.

 

 

  1. Quais os moldes destas formações e quais as mais-valias para as competências dos formandos?

O presente acordo visa contribuir para a melhoria das condições de aprendizagem e de preparação técnica de profissionais qualificados nas áreas da eletricidade, da eletrónica e da automação industrial.

O protocolo de formação entre a Schneider Electric e o IEFP prevê, por exemplo, a formação prática em contexto de trabalho (aprendizagem dual) para a promoção de conhecimentos e competências de nível elevado; disponibilização de equipamentos com tecnologia up-to-date para os espaços oficinais e de laboratório dos Centros do IEFP; a cedência de softwares próprios para desenvolvimento de instalações em baixa tensão, média tensão, quadros elétricos e de automação industrial, para fins exclusivamente pedagógicos, e, sempre que necessário, assegurar a formação para a sua utilização; a realização de seminários sobre inovações e soluções tecnológicas; colaborar na formação técnica de formadores, através da participação destes em cursos promovidos pela Schneider Electric ou em colaboração com o Centro Nacional de Qualificação de Formadores do IEFP.

 

 

  1. Quais os perfis mais procurados pela Schneider Electric nos seus candidatos?

Preocupamo-nos não só em captar talento mas também em retê-lo. Assim, os profissionais que correspondem a este perfil e que são seleccionados para fazerem parte da Schneider Electric têm a oportunidade de crescimento e a construção de uma carreira sólida. É com este objectivo em mente que facultamos regularmente a oportunidade para descobrir outros países, culturas e mercados nos quais é possível desenvolver capacidades e espírito de liderança, de forma a regressar com um nível mais elevado de responsabilidade.

Ao longo do seu percurso, os nossos colaboradores recebem o apoio e acompanhamento necessários para atingir o seu potencial para que possa, criar redes internacionais, ter contacto directo com o nosso ambiente cultural e tecnológico, ter uma experiência multicultural enriquecedora e um plano de carreira claro durante, pelo menos, 5 anos.

 

 

  1. A eficiência energética é cada vez mais uma preocupação global. De que forma/as é que Portugal e os portugueses têm acompanhado esta tendência?

A eficiência energética está na ordem do dia e faz já parte da actualidade de muitas empresas e instituições. Esta realidade está também bem presente para a Europa e para Portugal com, por exemplo, a definição de metas vinculativas para a energia e o clima pelo Parlamento Europeu. Neste caso, a União Europeia define até 2030, a redução em 40% das emissões de gases com efeito estufa, o aumento da penetração das energias renováveis em 30% no mix energético e o crescimento para 40% da eficiência energética.

Em Portugal, a preocupação e aposta na eficiência energética também está cada vez mais patente no dia-a-dia das empresas, mas também dos consumidores, com o crescente investimento em soluções que permitem produzir mais com os mesmos recursos – especialmente no caso da indústria, ou poupar energia – especialmente no caso dos consumidores.

De facto, a procura por soluções de gestão de energia tem vindo a progredir em todos os setores económicos, reflectindo a maior sensibilização, preocupação - e mesmo necessidade - por parte de todos os portugueses sejam estes particulares, empresas, entidades ou estado na mitigação dos seus consumos energéticos ou na sua intensidade carbónica.

Uma promoção que tem sido ainda estimulada com a aplicação de um enquadramento legal e seus programas nacionais com as suas metas e obrigações, com realce para o SCE; SGCIE e ECO.AP que aliado à nossa inovação tecnológica tem possibilitado a introdução no mercado nacional de novos equipamentos e softwares que permitem melhores desempenhos energéticos com menores investimentos.

Na Schneider Electric Portugal esta é uma área que regista um forte crescimento, comparativamente às áreas convencionais de negócio.

 

  1. Num mundo tão dependente da energia, quais serão as tendências para os próximos anos nesta área da eficiência energética?

Actualmente, o mercado está mais sensível e aberto a soluções de eficiência energética do que há apenas dois ou três anos atrás. Mas existe ainda muito desconhecimento no mercado nacional. As empresas ainda não conhecem todos os benefícios e rápido retorno da eficiência, que produz efeitos de poupança reais.

A certificação de energética está a adoptar uma importância crescente no nosso mercado, outra tendência é inserir a eficiência energética no plano empresarial para a competitividade e internacionalização. A eficiência energética é uma excelente oportunidade para as empresas, criando valor real para o negócio complementado pela mais-valia criada à sociedade e ao ambiente. Acresce ainda que o aumento da eficiência energética reduz a exposição da economia portuguesa à evolução dos preços da energia nos mercados internacionais


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