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Yale Environment Universia analisa a potencialidade de recursos como a água

      
Esta semana destacamos uma série de artigos da Revista Yale Environment 360 divulgada pela Universia que se centram na água, um recurso natural essencial para a vida do planeta.

Num artigo publicado por Cheryl Katz, autora de artigos científicos de São Francisco e freelancer especializada em histórias sobre problemas ambientais e alterações climáticas, analizam-se as novas tecnologias de dessalinização impulsionam a reciclagem da água. Numa época em que vivemos  crescentes períodos de seca e com a população mundial a aumentar, torna-se impreterível encontrar novas soluções de obtenção de àgua potável. Durante muito tempo a dessalinização esteve associada a um processo: a transformação da água salgada em água potável. Mas estão sendo desenvolvidas muitas tecnologias novas que não só melhoram a dessalinização tradicional, mas também abrem novas fronteiras na reutilização da água, desde a de uso agrícola até os efluentes industriais.
Num artigo de Timothy E. Wirth, vice-presidente do Conselho da United Nations Foundation e da Better World Fund intitulado Plano de ação para acabar com a paralisia quanto à ação mundial sobre o clima, defende-se que a comunidade internacional deveria deixar de perseguir a quimera de um tratado vinculante que limite as emissões de CO2 em detrimento da busca por um um enfoque que estimule os países a comprometerem-se com uma “corrida para serem os primeiros no ranking” de soluções energéticas com baixas emissões de CO2.

Na mesma revista online, também Dave Levitan, jornalista frelance que mora na Filadélfia e que escreve sobre temas como energia, meio ambiente e saúde aponta razões pelas quais a energia ondomotriz não é alavancada. Em Por que a energia ondomotriz fica para trás como fonte renovável. Uma das razões prende-se com o facto de que realizar operações no mar é muito mais difícil do que em terra. As dificuldades técnicas aliadas aos elevados custos têm dificultado o recurso a este tipo de energia renovável. No entanto aponta-se para que em 2035 este tipo de energia tenha tudo para vingar.

Gostaríamos no entanto de relembrar que em Portugal a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar - IPL tem realizado algumas iniciativas na área.
realizar operações no mar é muito mais difícil que na terra


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