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Conheça o conceito de Cidade Inteligente

      
Conheça o conceito de Cidade Inteligente
Conheça o conceito de Cidade Inteligente  |  Fonte: istock

Em termos práticos, as cidades inteligentes utilizam a tecnologia para otimizar os serviços urbanos, como os transportes, o aproveitamento energético e o reaproveitamento de recursos de forma a diminuir o consumo. Com uma percentagem cada vez maior da população a viver em centros urbanos, é inevitável ter que planear o desenvolvimento sustentável das cidades, de forma a melhorar a utilização dos seus recursos e serviços, diminuindo o consumo e garantindo uma melhor manutenção das suas estruturas.

Tecnologias das Cidades Inteligentes

Dentro das tecnologias utilizadas pelas cidades inteligentes encontramos a Internet das Coisas, isto é, a interconexão digital de aparelhos entre si e à internet. Um dos exemplos em que podemos ver a internet das coisas aplicada nas cidades inteligentes são os sistemas para obtenção em tempo real da localização de um transporte público. Isto é, uma aplicação que nos informa de quais são os próximos transportes numa dada paragem.

Outro exemplo, são as automações, que constituem o desenvolvimento de sistemas para monitorização e controlo de produções e serviços. No âmbito das cidades inteligentes, a automação pode ser utilizada para diminuir o desperdício de água ou no controlo do trânsito com recurso a semáforos inteligentes. Existem alguns projetos também focados em automatizar-se a reparação de estruturas da cidade sem intervenção humana, isto é, criação de robots que fazem um controlo da qualidade e procedem a pequenas reparações.

A inteligência artificial também tem lugar nas cidades inteligentes. Neste caso, uma das tendências é desenvolver inteligência artificial que auxilie os condutores a encontrarem locais de estacionamento ao invés de conduzirem às voltas na cidade, diminuindo o trânsito e o consumo de combustível.

Cidades inteligentes em Portugal

Em Portugal já temos vários municípios que aderiram a projetos tecnológicos no âmbito das cidades inteligentes, relacionados com a diminuição do consumo de recursos naturais, otimização das redes de transporte ou dos serviços municipais.

Em Castelo Branco, foi desenvolvido um projeto de rega automática inteligente com um recurso a um pluviómetro, em que quando chove, a rega é desligada automaticamente, traduzindo-se numa poupança de água e de despesa pública. 

Em Évora, temos um projeto no âmbito da otimização da distribuição e consumo energético chamado InovCity. O projecto funciona de duas formas distintas, através da utilização de contadores que permitem saber exatamente qual é o consumo real, a existência de sensores na rede de distribuição que adaptam a capacidade de distribuição ao consumo e por fim, um incentivo à microprodução de energia renovável com injecção da produção na rede de consumo. Alguns microprodutores praticamente produzem toda a energia que consomem.

Em Braga, os autocarros têm acesso à rede pública de wi-fi e também fazem leituras da qualidade do ar, da humidade e da temperatura. Além disso, também existe uma aplicação móvel que permite saber onde e quando apanhar os autocarros.

Para além disso, existem projetos em curso no âmbito da gestão de resíduos que incluem a instalação de ecopontos que comunicam em tempo real a sua capacidade, influenciando as rotas de recolha de resíduos.


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