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Avançar com a Economia Social e Solidária

      
A Economia Social e Solidária é caracterizada por sistemas como são: cooperativas, associações ou redes de cooperação.
A Economia Social e Solidária é caracterizada por sistemas como são: cooperativas, associações ou redes de cooperação.  |  Fonte: iStock

Neste sentido, é oposta da economia capitalista, onde a força de trabalho e os meios de produção são encarados como fontes de capital dissociado. A Economia Social e Solidária é caracterizada por sistemas como são: cooperativas, associações ou redes de cooperação. Para a realização das suas convenções temos as prestações de serviços, finanças solidárias, bancos do tempo, comércio justo e consumo solidário. Muitas vezes esta Economia, é também dotada de princípios relativamente ao desenvolvimento sustentável das comunidades, assim como diversas práticas ecológicas.


Desenvolvimento Local

O desenvolvimento económico local pode ser definido como um processo de transformação da economia e da sociedade local. Este está orientado para superar as dificuldades e os desafios existentes dentro de uma dada comunidade. Por meio de ações concertadas é possível melhorar as condições de vida da população local, contribuindo para isto os diferentes agentes locais, sociais, públicos e privados. O objetivo será o uso eficiente e sustentável dos recursos endógenos existentes. Para que haja uma estratégia de desenvolvimento local, é importante que hajam elos de cooperação entre agentes externos, no sentido de captarem recursos humanos, monetários e técnicos.


Para lugares que estão à margem da globalização e do desenvolvimento económicos, podemos ver ações para o desenvolvimento local. É exemplo disso os centros de formação que ajudam mulheres a desenvolverem atividades artesanais. Muitas destas produções criam potencial de trabalho, igualdade de género e capacidade económica das comunidades a que pertencem.


Consumo Sustentável

Esta é uma definição que surge em 1994 no Simpósio de Consumo Sustentável de Oslo, particularmente descrita como “o uso de serviços e produtos que atendam às necessidades básicas e tragam uma melhor qualidade de vida, minimizando o uso de recursos naturais e materiais tóxicos, bem como as emissões de resíduos e poluentes durante o ciclo de vida do serviço ou produto, para não comprometer as necessidades das gerações futuras.”

A partir da posição acerca do consumo sustentável, nasceu também a ideia de um consumidor consciente ou “verde”. Esta é uma consciência individual sobre produtos ou serviços que não serão consumidos por derivarem de práticas nocivas para o ambiente ou de trabalho ilegal.


Comércio Justo

Fazendo também parte da Economia Social e Solidária, temos o comércio justo. Este trata-se de um meio institucional destinado a ajudar os produtores em países em desenvolvimento. O objetivo é ajudar estes produtores a alcançarem melhores condições de comércio. Existem várias formas associadas à prática do comércio justo, como sendo: o pagamento de preços mais altos aos exportadores e melhoria dos contextos sociais e ambientais para quem está a produzir. O comércio justo está particularmente desenhado para acompanhar produções próprias de do seu país de origem. Temos como exemplo, o Brasil, que tem capacidade de exportar açúcar, fruta ou café. Neste caso, o comércio justo irá procurar que o comércio destes produtos seja mais equitativo, dotado de boas parcerias comerciais e comercializados a preços justos. Isto irá ajudar ao desenvolvimento económicos destes países produtores.

 

 


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