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Estar na rede é inevitável, mas não basta: conheça 5 estratégias essenciais que o gestor de redes sociais da sua universidade deve aplicar

      
Em Portugal, são cerca de 6.7 milhões de utilizadores que diariamente passam 2 horas em média nas redes sociais.
Em Portugal, são cerca de 6.7 milhões de utilizadores que diariamente passam 2 horas em média nas redes sociais.  |  Fonte: iStock

Torna-se, assim, inevitável a presença de qualquer universidade neste meio. Seja para captar potenciais alunos, melhorar a sua reputação, estreitar a sua ligação com atuais e ex-alunos, ou mesmo divulgar a sua oferta educativa e os seus avanços científicos. No entanto, com a crescente competição no mercado do ensino superior, estar na rede per se não basta. É necessário entender que as redes sociais não existem para as universidades realizarem vendas, mas antes criarem relacionamentos.

Para tirar proveito de todo o potencial que as redes sociais têm para oferecer é importante conhecer algumas estratégias basilares. Confira 5 dessas estratégias que podem assumir-se como um diferencial perante outros concorrentes no mercado:

  • Estude o seu mercado e a sua oferta

Não crie perfis em todas as redes sociais, mas apenas naquelas onde estão os seus alunos, ex-alunos e potenciais alunos. Identifique as principais dúvidas, preferências e necessidades que os mesmos têm quando optam por escolher um determinado curso ou instituição. Por outro lado, estabeleça o diferencial da sua oferta. Por exemplo, os cursos mais populares e com maior empregabilidade, as distinções alcançadas no ensino e na ciência, entre outros. 

  • Crie conteúdo segmentado

Tenha em conta as características e público-alvo de cada rede social que utiliza. Isso irá definir o formato de conteúdo mais apropriado, o uso ou não de hashtags, o número de caracteres, ou ainda o tipo de linguagem. Regra geral, aposte em conteúdo visual, como imagens e vídeos. Poderá também criar grupos em torno de temas ou comunidades específicas, como por exemplo para os diferentes cursos e escolas, ex-alunos, pais, etc. Os mesmos serão úteis para iniciar discussões ou fazer anúncios. Uma outra dica relaciona-se ainda com a automatização de processos; crie um inventário de conteúdos segundo um calendário de publicação, horário e hashtags padrão. Para tal, poderá utilizar ferramentas que centralizam toda a sua atividade, como o hootsuite ou o falcon

  • Humanize a sua instituição

Mais do que promover a excelência no ensino, procure explorar outros atrativos da vida universitária, promovendo eventos culturais e/ou desportivos que se realizam no campus (p. ex. receção aos caloiros, campeonatos universitários de futebol). De igual forma, use histórias ou diretos na cobertura desses mesmos eventos, com a realização de sessões de perguntas e respostas, por exemplo. Peça testemunhos de atuais e/ou ex-alunos quanto ao seu dia-a-dia na instituição, com dicas, recordações ou conquistas. É fundamental que nunca deixe de responder aos diferentes comentários do seu público. Em caso de um maior volume de mensagens, poderá sempre optar pelo uso de chatbots num primeiro momento.

  • Elabore um plano de crise

Nas redes sociais, acontecimentos como erros, desinformação ou reclamações, podem ganhar proporções preocupantes e gerar uma imagem indesejável da instituição. Primeiro, entenda a real origem da crise, os utilizadores que a iniciaram e as redes sociais onde foi desencadeada. Segundo, reconheça publicamente a mesma, por exemplo através de um comunicado oficial onde se explica como se planeia resolvê-la e quais as medidas que estão, desde logo, a ser colocadas em prática. Nesta fase, é imperativo usar o bom-senso, respeitar a pluralidade de opiniões e monitorizar tudo o que se vai dizendo em torno da crise. Terceiro, e após colocar o plano de resolução da crise em prática, importa perceber os impactos reais a médio e longo prazo, definindo uma estratégia de comunicação para eventuais questionamentos futuros sobre a mesma.

  • Avalie o seu desempenho

Use ferramentas para a avaliação das suas métricas, nomeadamente o envolvimento (conteúdos que estão a gerar mais interações ou visitas aos sites institucionais), o sentimento (o que falam e sentem sobre a instituição), ou a conversão (impacto ao nível de novas matrículas ou manifestações de interesse). Estas ferramentas permite conhecer melhor o público-alvo (p. ex. idade, localização, horário e tempo de utilização). Atualmente, a maioria das redes sociais já oferece este tipo de ferramentas. No entanto, existem outras opções que poderá considerar, como encurtadores de links (bit.ly), ou analistas web (google analytics).


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