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Como combater o desemprego?

      
Foto: IEFP
Foto: IEFP
O desemprego nos países da OCDE desceu novamente em Fevereiro para 8,2%, o que representou uma descida de 0,1 pontos percentuais relativamente a janeiro, de acordo com a Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento.
 
No seu relatório mensal, Fevereiro foi o quarto mês consecutivo que registou descidas da taxa, após um período estável em que o desemprego se situava nos 8,5%, durante quase todo o ano de 2010.

Portugal contrariou esta tendência geral e em fevereiro de 2011 a taxa fixou-se nos 11,1%.

Áustria, a Coreia, o México e Espanha, que foram os únicos países a registar um aumento nas suas taxas de desemprego.

Os países que continuam a registar taxas de desemprego muito elevadas são a Hungria, 12%, a Irlanda, 14,9%, Portugal, 11,1%, a Eslováquia, 14%, e Espanha, 20,5%.

De acordo com o FMI, este ano o valor em Portugal deverá fixar-se nos 11.9%, uma taxa que continuará a crescer ao longo de 2012 até aos 12,4%.

Ontem o IEFP divulgou o número de desempregados inscritos nos centros de emprego. O valor caiu 3,5 por cento em Março em termos homólogos, o terceiro mês consecutivo de queda, e 0,7 por cento face a Fevereiro. De acordo com os dados divulgados, no final de Março encontravam-se inscritos nos centros de emprego do Continente e Regiões Autónomas 551.861 desempregados, menos 10.893 pessoas do que em Março de 2010 e menos 3.686 face a Fevereiro.

Março foi o terceiro mês consecutivo com quedas mensais face a período homólogo, depois de em janeiro o número de inscritos ter caído 0,5 por cento e um por cento em fevereiro.

Por géneros, a maior queda em termos homólogos aconteceu nos homens (-4,3 por cento) enquanto nas mulheres o número de inscritos diminuiu 2,7 por cento.

Já por grupo etário, o número de jovens (menores de 25 anos) inscritos decresceu 9,7 por cento. O desemprego nos adultos também cedeu, mas mais ligeiramente (-2,6 por cento).

Os inscritos à procura do primeiro emprego cederam 1,2 por cento, enquanto os que pretendem novo emprego diminuíram 3,7 por cento.

Em termos de níveis de escolaridade, o número de inscritos nos centros de emprego diminuiu entre os que não têm qualquer nível de instrução,assim como nos que têm até ao 9.º ano do ensino básico.

No entanto, estes aumentam à medida que sobe o nível de habilitações. Assim, os inscritos com o ensino secundário aumentaram 3,9 por cento em março face ao mesmo mês de 2010 e 2,9 por cento entre aqueles que têm o ensino superior, segundo também o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Quanto às regiões, a maior queda em termos relativos aconteceu no Alentejo (-6,7 por cento), apesar de esta ter sido precisamente a única região do Continente que registou um crescimento no número de inscritos na variação mensal (Março face a Fevereiro).

Ainda em termos homólogos, a maior queda nos inscritos em termos absolutos foi na região Norte. Em sentido oposto, no conjunto, os Açores e a Madeira viram aumentar o número de inscritos em 15,1 por cento face a março de 2010. Também face a fevereiro, o número de inscritos nos centros de emprego aumentou nas ilhas.

Quanto ao número de colocações conseguidas pelos centros de emprego, em Março estas foram de 5.460, uma queda de três por cento face a mês homólogo, mas mais 9,6 por cento do que em fevereiro.

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