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Estudo revela insegurança dos ibero-americanos ao comunicarem noutro idioma

      
<p>Uma pesquisa realizada pela Universia – a maior rede ibero-americana de colaboração académica – em parceria com a Trabalhando.com, comunidade de trabalho líder da América Latina, durante o primeiro trimestre de 2016 e que contou com a participação de 6.322 pessoas, revelou que menos de metade dos entrevistados (41%) se sentem seguros em falar noutro idioma. <strong>Dos participantes, 55% eram mulheres, a maioria (39%) tem entre 23 e 30 anos, 36% encontram-se a frequentar uma licenciatura na universidade e 22% fazem Pós-graduação, Mestrado ou Doutorado. No entanto, neste estudo, quando analisados os dados de Portugal, verifica-se que esse número aumenta para 55%.</strong></p><p> </p><p><span style=color: #333333;><strong>Leia também:</strong></span><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Projeto europeu de investigação na área do Parkinson precisa do seu contributo href=https://noticias.universia.pt/educacao/noticia/2016/05/05/1139066/projeto-europeu-investigacao-area-parkinson-precisa-contributo.html>» <strong>Projeto europeu de investigação na área do Parkinson precisa do seu contributo</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Universidade NOVA de Lisboa fica mais uma vez em primeiro no U-Multirank 2016 href=https://noticias.universia.pt/educacao/noticia/2016/05/06/1139112/universidade-nova-lisboa-fica-vez-primeiro-u-multirank-2016.html>» <strong>Universidade NOVA de Lisboa fica mais uma vez em primeiro no U-Multirank 2016</strong></a><br/><a style=color: #ff0000; text-decoration: none; text-weight: bold; title=Fundação Gulbenkian abre vagas para bolsas de estudo para investigação biomédica href=https://noticias.universia.pt/educacao/noticia/2016/05/03/1138935/fundacao-gulbenkian-abre-vagas-bolsas-estudo-investigacao-biomedica.htm>» <strong>Fundação Gulbenkian abre vagas para bolsas de estudo para investigação biomédica</strong></a></p><p> </p><p>A pesquisa confirma que o Inglês é o segundo idioma mais falado enquanto língua estrangeira (55%), seguindo-se-lhe o Espanhol (11%) e o Francês (8%).</p><p> </p><p>Em termos de investimento mensal, apenas 7% afirmou estar disposto a pagar mais de 80 USD por um curso de idiomas, versus 32% que pagariam até 40 USD.</p><p> </p><p>A inscrição em cursos de idiomas no exterior é considerada como sendo mais efetiva do que as aulas presenciais. Trinta e sete por cento dos entrevistados preferem o formato tradicional, enquanto 32% acreditam que cursos no país da língua escolhida é o melhor método de aprendizagem. Já os portugueses preferem os cursos presenciais (45%) e os cursos de idiomas no estrangeiro (32 %).</p><p> </p><p><strong>Dos participantes neste estudo ibero-americano, 15% têm mais de 45 anos, 16% menos de 22 e 30% entre 31 e 45.</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong><img style=display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; src=https://imagenes.universia.net/gc/net/images/educacion/i/in/inf/infografia-idiomas.jpg alt=width=500 height=1501/></strong></p>
Fonte: Shutterstock

Uma pesquisa realizada pela Universia – a maior rede ibero-americana de colaboração académica – em parceria com a Trabalhando.com, comunidade de trabalho líder da América Latina, durante o primeiro trimestre de 2016 e que contou com a participação de 6.322 pessoas, revelou que menos de metade dos entrevistados (41%) se sentem seguros em falar noutro idioma. Dos participantes, 55% eram mulheres, a maioria (39%) tem entre 23 e 30 anos, 36% encontram-se a frequentar uma licenciatura na universidade e 22% fazem Pós-graduação, Mestrado ou Doutorado. No entanto, neste estudo, quando analisados os dados de Portugal, verifica-se que esse número aumenta para 55%.

 

Leia também:
» Projeto europeu de investigação na área do Parkinson precisa do seu contributo
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» Fundação Gulbenkian abre vagas para bolsas de estudo para investigação biomédica

 

A pesquisa confirma que o Inglês é o segundo idioma mais falado enquanto língua estrangeira (55%), seguindo-se-lhe o Espanhol (11%) e o Francês (8%).

 

Em termos de investimento mensal, apenas 7% afirmou estar disposto a pagar mais de 80 USD por um curso de idiomas, versus 32% que pagariam até 40 USD.

 

A inscrição em cursos de idiomas no exterior é considerada como sendo mais efetiva do que as aulas presenciais. Trinta e sete por cento dos entrevistados preferem o formato tradicional, enquanto 32% acreditam que cursos no país da língua escolhida é o melhor método de aprendizagem. Já os portugueses preferem os cursos presenciais (45%) e os cursos de idiomas no estrangeiro (32 %).

 

Dos participantes neste estudo ibero-americano, 15% têm mais de 45 anos, 16% menos de 22 e 30% entre 31 e 45.

 


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