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5 vantagens de frequentar uma escola bilingue

      
Frequentar uma escola bilingue compreende um abrangente leque de vantagens para os seus alunos.
Frequentar uma escola bilingue compreende um abrangente leque de vantagens para os seus alunos.  |  Fonte: iStock

Quais as vantagens de frequentar uma escola bilingue?

1. Futuro profissional


Os números disponibilizados pela Talent Portugal na nova edição do Diretório de Empresas não deixam margem para dúvidas: falar inglês é uma exigência para quase 100% das empresas, enquanto que o francês e espanhol são solicitados por 37% e 36% das organizações. Verifica-se portanto que cada vez mais falar fluente e/ou proficientemente pelo menos 2 línguas constitui um pré-requisito para que o seu C.V. seja merecedor da melhor atenção na candidatura a uma oferta de emprego. 


Isto é verdade especialmente se tiver em vista uma carreira fora do país ou uma posição de destaque dentro da empresa, mas o facto é que mesmo que não sejam estes os seus horizontes, falar fluentemente uma segunda língua é sempre um bónus. Desta forma, não restam dúvidas quanto ao benefícios de ter o seu diploma referenciado ao sistema educativo de uma escola bilingue, uma vez que este será sem dúvida um fator diferenciador que irá certamente destacar a sua candidatura quando tiver lugar o processo de recrutamento.


2. Desenvolve o sentido da interculturalidade


Outro aspeto com uma importância destacada - considerando o crescente reconhecimento e das competências transversais (ou soft skills) e a sua procura por parte do setor corporativo - é o desenvolvimento das capacidades comunicativas e interpessoais. 


Através da inserção no contexto, uma vez que promove incontornavelmente no seu plano de estudos um conhecimento aprofundado de uma segunda cultura, os alunos realizam o seu percurso escolar despertos para valores como a consciencialização da interculturalidade, ao mesmo tempo que desenvolvem sólidas capacidades comunicativas, visto o trabalho em equipa ser um elemento estruturante na formação dos alunos.


3. Criatividade


Os alunos bilingues apresentam também melhores resultados na esfera da criatividade. Este dado é notório em tarefas que requeiram o exercício do pensamento criativo - especialmente onde seja necessário proceder à identificação e reconhecimento de padrões e também na orientação dinâmica para a resolução de problemas. Isto acontece devido às diferentes áreas do cérebro que vão sendo incentivadas a estabelecer redes neuronais entre si durante a formação académica dos alunos bilingues.  


4. Consciência metalinguística


Além da criatividade, interculturalidade e fluência numa segunda língua, o ensino bilingue promove também a consciência metalinguística. Esta competência pode ser definida pelo conjunto dos aspetos linguísticos que são tomados pelo indivíduo como foco da sua atenção, a saber: o fonema, a palavra, a sintaxe, o texto e o contexto no qual a linguagem se insere Gombert (1992). Por sua vez, esta competência irá possibilitar ao aluno um conhecimento linguístico mais compreensivo ao mesmo tempo que desenvolve um entendimento mais complexo da sua língua nativa.

5. Potencialização da plasticidade cerebral


Vários estudos têm vindo a ser levados a cabo no âmbito da investigação de correlações entre a aprendizagem de novos idiomas e a potencialização da plasticidade do cérebro. É certo que os efeitos são exponenciais em relação à idade, visto que a função da neotenia é proporcional ao processo de desenvolvimento do cérebro humano. Prova disto é a recente publicação de um artigo no jornal Scientific Reports, no qual investigadores da Higher School of Economics e da Universidade de Helsínquia concluíram que a aprendizagem de uma segunda língua, particularmente na infância e juventude, maximiza a aceleramento na formação dos circuitos da memória ao codificar nova informação. 


Este e outros temas no âmbito do fascinante mundo das descobertas relativas funcionamento do cérebro foram alguns dos tópicos abordados no evento “ O Cérebro: passado, presente e futuro”, no passado dia 28 de novembro inserido no âmbito da investigação científica e avanços tecnológicos da Semana da Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

 


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