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62% dos professores têm sintomas de burnout, diz estudo

      
Um estudo realizado pela Universidade Portucalense, no âmbito de um mestrado de psicologia, revela que <strong>62% dos professores universitários sofrem de sintomas de burnout</strong>, associados à fadiga física. <a href=https://noticias.universia.pt/emprego/noticia/2016/08/05/1142474/4-formas-stressar-menos-dia-dia.html title=4 formas de se stressar menos no dia a dia>O motivo é o stresse inerente à profissão</a>.<br/><br/><p><span style=color: #333333;><strong>Leia também:</strong></span><br/><a href=https://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2016/01/29/1134557/4-caracteristicas-essenciais-bons-professores.html title=4 características essenciais de bons professores>» <strong>4 características essenciais de bons professores</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2016/01/21/1134551/professor-4-formas-ensinar-etica-sala-aula.html title=Professor: 4 formas de ensinar ética na sala de aula>» <strong>Professor: 4 formas de ensinar ética na sala de aula</strong></a><br/><a href=https://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2016/01/12/1134544/professor-5-artistas-contemporaneos-deve-conhecer.html title=Professor: 5 artistas contemporâneos que deve conhecer>» <strong>Professor: 5 artistas contemporâneos que deve conhecer<br/><br/></strong></a></p><p>O burnout é um tipo de stresse de caráter duradouro, ligado às situações de trabalho e à constante e repetitiva pressão emocional, geralmente relacionada com a intensa ligação com pessoas por longos períodos de tempo.<br/><br/></p><p>Os resultados apontam a necessidade de se rever as funções desempenhadas pelo professor dentro da instituição e a sua carga horária, melhorando o desempenho do docente, bem como o seu bem-estar. A confiança nas chefias e o bom relacionamento com a gestão de recursos humanos também são <strong><a href=https://noticias.universia.pt/carreira/noticia/2015/06/30/1127465/duas-dicas-viver-stresse.html title=Duas dicas para viver sem stresse>fatores que reduzem o burnout</a></strong>.<br/><br/></p><p>A <strong>fadiga física e a exaustão são apontadas como os principais fatores do problema</strong>, já que os docentes costumam exercer uma carga horária de até 16 horas, o que é superior ao recomendado. Além disso, há a necessidade de conciliar as aulas e a orientação dos alunos com a investigação, a acumulação de funções burocráticas ou de maior responsabilidade, que é o caso de 60% dos profissionais, e, em alguns casos, a coordenação de um curso ou departamento da universidade (42% dos docentes).<br/><br/></p><p>O estudo ainda revela que o burnout é transversal a todas as áreas do conhecimento, sendo que 22% dos docentes afetados são das ciências naturais, 24% das ciências sociais e humanas, 22% das ciências matemáticas e novas tecnologias e 23% nas ciências artísticas.<br/><br/></p><p>Ao todo, <strong>foram entrevistados para este estudo 131 profissionais</strong>, sendo 66% professores auxiliares, 15% professores associados, 10% professores convidados e com menor prevalência e 4% professores catedráticos. A média de idades era de 45 anos. No estudo, verificou-se que nenhum dos inquiridos apresenta o quadro de burnout total, mas que 62% apresentam sintomas do problema ligados à fadiga física, 27% à fadiga cognitiva e 5% à exaustão emocional.</p>
Fonte: Shutterstock
Um estudo realizado pela Universidade Portucalense, no âmbito de um mestrado de psicologia, revela que 62% dos professores universitários sofrem de sintomas de burnout, associados à fadiga física. O motivo é o stresse inerente à profissão.

Leia também:
» 4 características essenciais de bons professores
» Professor: 4 formas de ensinar ética na sala de aula
» Professor: 5 artistas contemporâneos que deve conhecer

O burnout é um tipo de stresse de caráter duradouro, ligado às situações de trabalho e à constante e repetitiva pressão emocional, geralmente relacionada com a intensa ligação com pessoas por longos períodos de tempo.

Os resultados apontam a necessidade de se rever as funções desempenhadas pelo professor dentro da instituição e a sua carga horária, melhorando o desempenho do docente, bem como o seu bem-estar. A confiança nas chefias e o bom relacionamento com a gestão de recursos humanos também são fatores que reduzem o burnout.

A fadiga física e a exaustão são apontadas como os principais fatores do problema, já que os docentes costumam exercer uma carga horária de até 16 horas, o que é superior ao recomendado. Além disso, há a necessidade de conciliar as aulas e a orientação dos alunos com a investigação, a acumulação de funções burocráticas ou de maior responsabilidade, que é o caso de 60% dos profissionais, e, em alguns casos, a coordenação de um curso ou departamento da universidade (42% dos docentes).

O estudo ainda revela que o burnout é transversal a todas as áreas do conhecimento, sendo que 22% dos docentes afetados são das ciências naturais, 24% das ciências sociais e humanas, 22% das ciências matemáticas e novas tecnologias e 23% nas ciências artísticas.

Ao todo, foram entrevistados para este estudo 131 profissionais, sendo 66% professores auxiliares, 15% professores associados, 10% professores convidados e com menor prevalência e 4% professores catedráticos. A média de idades era de 45 anos. No estudo, verificou-se que nenhum dos inquiridos apresenta o quadro de burnout total, mas que 62% apresentam sintomas do problema ligados à fadiga física, 27% à fadiga cognitiva e 5% à exaustão emocional.


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