Formação contínua, chave para a competitividade profissional e empresarial
Em Portugal, as empresas têm como dever dar aos trabalhadores formação contínua obrigatória: a competitividade profissional e empresarial passa (também) pelo conhecimento

text.compare.empty.header
label.searchBox.help2
Em Portugal, as empresas têm como dever dar aos trabalhadores formação contínua obrigatória: a competitividade profissional e empresarial passa (também) pelo conhecimento

Na sociedade digital, cada vez mais exigente e dinâmica, as mudanças são constantes e a necessidade de permanecer atualizado é uma prioridade. Nesta economia em que o mundo inteiro se encontra ligado, tanto as empresas como os trabalhadores, deparam-se com a necessidade de se adaptarem ao mercado global.
As alterações afetam a forma de trabalhar e os processos produtivos, bem como as ferramentas que se usam no meio laboral. Neste cenário a formação contínua torna-se ainda mais importante na área dos recursos humanos, sendo um pilar fundamental para manter as duas partes, empresa e trabalhador, na vanguarda e liderança dos novos tempos. Para quem quer responder aos desafios da competitividade este é um fator que não pode ser ignorado.
Para um trabalhador que tenha como objetivo estudar ou beneficiar de uma ação de formação a flexibilidade é muito importante no momento de enfrentar este desafio. A formação profissional é, aliás, um direito.
Em Portugal, as empresas têm o dever, por lei, de formar os trabalhadores. O Código do Trabalho indica que todas as empresas devem proporcionar 35 horas por ano de formação contínua obrigatória a pelo menos 10% dos seus trabalhadores. Portanto, a formação dos trabalhadores é um direito que deve ser exercido dentro dos horários de trabalho.
Outro ponto essencial é que os conteúdos da formação se adaptem à rotina do trabalhador e sejam úteis no terreno, trazendo uma mais-valia efetiva para a sua carreira.
Para atrair o interesse de trabalhadores e empregadores, a formação deve ser eminentemente prática, com conteúdos aplicáveis à realidade do mercado de trabalho. Essa motivação implica uma menor taxa de abandono.
A empresa tem todo o interesse em investir em formação contínua que possa ser aplicada desde o primeiro minuto na organização, o que só é possível ajustando as necessidades da empresa com a vontade e disposição do trabalhador em aprender.
A chave para facilitar a formação contínua dos profissionais é colocar à disposição os recursos necessários para que a formação seja útil e possa ser encarada com motivação pelo trabalhador. Neste âmbito as formações online são uma opção viável, permitindo poupar tempo por exemplo em deslocações para salas de aula presenciais.
Para os trabalhadores é indispensável que continuem sempre a aprender novas competências, um investimento que se revela como um trunfo no desempenho profissional.
Cada vez mais a formação dos trabalhadores está atenta às necessidades de dar atenção a aspetos que antes não eram considerados como as denominadas competências comportamentais ou soft skills que estão a ser muito valorizadas pelas empresas.
O que são as soft skills e para que servem? Qual a sua importância para os profissionais e líderes? Estas capacidades relacionadas com a personalidade, atitude e valores de cada pessoa são cada vez mais procuradas no mundo laboral.