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A investigação universitária está a crescer em Portugal?

      
Os intercâmbios entre instituições de ensino superior nacionais e internacionais para a investigação tem demonstrado dinamismo
Os intercâmbios entre instituições de ensino superior nacionais e internacionais para a investigação tem demonstrado dinamismo
  • As parcerias entre as universidades portuguesas têm contribuído para o crescimento da investigação em Portugal.
  • Os intercâmbios entre instituições de ensino superior nacionais e internacionais também tem sido profícuo.
  • O Governo português espera um aumento do financiamento europeu em investigação.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Manuel Heitor, tem a expetativa que o apoio para a área da investigação e inovação em Portugal possa aumentar de 1,6% para 2% no âmbito do Horizonte Europa, que estará em vigor entre 2021 e 2028, tentando captar por ano entre 250 a 350 milhões de euros para este setor. 

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Apesar do estímulo à investigação que tem sido visível nos últimos anos, Portugal precisa de investir em ciência e ensino superior a um nível “que nunca atingiu até agora” para conseguir respeitar os compromissos europeus de convergência no sector. O alerta  foi deixado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) numa avaliação do sistema de ensino superior e ciência do país. O investimento público teria que crescer para quase o dobro ao longo dos próximos 12 anos e o privado deve canalizar quatro vezes mais recursos para a área. 

No acordo com os parceiros europeus, Portugal estabeleceu como objectivo de convergência atingir um investimento em Investigação e Desenvolvimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2030. Para que esta meta seja cumprida Portugal precisa de 100 milhões de financiamento público por ano, entre 2018-2030.

Mais parcerias nacionais e internacionais

Ao nível do programa comunitário Horizonte 2020, que apoia a investigação, existe um forte incentivo para as instituições de ensino superior se aliarem, sobretudo a nível regional, com as parcerias a serem uma condição quase obrigatória para captar os fundos, o que tem contribuído para o desenvolvimento da colaboração entre universidades portuguesas. 

A investigação nas universidades nacionais beneficia cada vez mais do intercâmbio das instituições internacionais, o que decorre da crescente globalização. Portugal renovou em 2018 as parcerias com universidades dos EUA.

Neste contexto, está previsto um orçamento de 70 milhões de euros até 2023 para apoiar a investigação, a formação e criação de empresas. Os programas entre Portugal e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Universidade do Texas em Austin e a Universidade Carnegie Mellon, vão ser renovados por mais dez anos abrangendo áreas como os oceanos, clima, indústria digital, supercomputação e ciência de dados, com uma ligação importante ao Centro Internacional de Investigação dos Açores.

Um outro programa de investigação que inclui uma parceria internacional foi igualmente renovado. Trata-se do polo na Universidade do Porto do Instituto Alemão Fraunhofer, a maior organização desta área na Europa, prevendo-se a criação de novos polos nas universidades de de Trás-os-Montes e Alto Douro (em Vila Real) e de Évora. O objetivo é desenvolver a agricultura de precisão, em especial na robótica para o setor dos vinhos e regadio.

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