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5 dicas para a adaptação às universidades digitais se é da Geração X

      
Ter uma mentalidade de inovação é um dos pontos fortes para a adaptação às universidades digitais
Ter uma mentalidade de inovação é um dos pontos fortes para a adaptação às universidades digitais
  • A educação contínua é fundamental para responder aos desafios do mercado atual e está a ser promovida pelas universidades digitais.
  • Ter uma mentalidade de inovação é um dos pontos fortes para a adaptação às universidades digitais.
  • Os membros da Geração X devem ser capazes de ser flexíveis nas suas escolhas para responder aos desafios do digital.

A geração X foi esquecida algures entre os baby boomers e os millennials, mas influenciam (e muito) grandes vetores da sociedade. Embora exista variações, a maioria dos sociólogos reconhece que nasceram entre 1965 e 1980. São eles que atualmente cuidam dos mais velhos e sustentam os mais novos, alguns conseguiram renovar-se e outros ainda sofrem as consequências da crise de 2008, ganhando menos do que na época ou ainda a tentar recuperar do desemprego. Neste mundo em constante mudança, a educação assume-se como prioritária para a geração X. Mas como se devem adaptar a estes novos tempos? Como continuar a evoluir ultrapassando obstáculos ou a estagnação?

Com estas 5 dicas fique a saber como adaptar-se às universidades digitais e dar um novo folego à sua vida.

1)      Educação contínua

Atualmente é muito importante a renovação dos conhecimentos para a entrada ou progressão no mercado de trabalho. Por isso, a aprendizagem ao longo da vida é uma aposta vencedora. No IV Encontro Internacional Universia de Reitores realizado nos dias 21 e 22 de maio, Anant Agarwal, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, defendeu a necessidade de uma requalificação constante, o que pode ser feito por exemplo através de Micromaster, ou seja, masters de curto prazo adaptados a uma era digital em constante mudança. Para que possam reciclar conhecimentos, os elementos da geração X devem seguir este conselho de quem acredita que o futuro é incerto.

2)      Educação à distância

Nem sempre é fácil para os membros da geração X apostar na formação quando têm que conciliar a vida pessoal com a profissional. Por isso e no seguimento da dica anterior a educação à distância pode ser uma solução para continuar a estudar. O professor Anant Agarwal lidera a EdX, uma plataforma onde podem ser encontrados muitos micromaster online que poderão ser completados posteriormente com um master convencional.

3)      Flexibilidade

Cada vez mais o mundo, o trabalho e a própria educação respondem aos desafios da flexibilidade e a geração X deve ter também uma mente aberta para formas alternativas de aprender nas universidades digitais. O exemplo da educação à distância é paradigmático. Mas existem também outros como os cursos “à la carte” em que existe uma maior liberdade dos alunos para escolher as matérias de estudo. Neste caso a interdisciplinaridade é a palavra de ordem e os estudantes têm a possibilidade de integrar num mesmo curso por exemplo as mais diversas disciplinas das artes às ciências.

No encontro de Salamanca, os líderes académicos defenderam uma transformação do ensino para modelos híbridos, em que a eficácia do ensino presencial é combinada com a flexibilidade da educação online e uma formação contínua adaptada às necessidades de cada aluno.

4)      Inovação

Os membros da geração X devem também ter uma mente aberta à inovação nas universidades digitais para serem capazes de manusear as novas ferramentas e plataformas online que vão surgir. Por isso não se afaste da tecnologia, muito pelo contrário tente estar a par das últimas tendências ao nível da inovação e do digital. No encontro de Salamanca, Samuel Martín-Barbero, reitor da Universidade Camilo José Cela (Madrid, Espanha), lembrou que a inovação é uma mentalidade, em que se pensa no bem comum e não apenas em benefício próprio, com uma atitude de não aversão ao risco.

5)      Internacionalização

E porque não apostar em estudos internacionais que podem ser realizados à distância? Ou até aproveitar o mês de férias para fazer um workshop no estrangeiro e valorizar o currículo? Num mundo globalizado, as experiências internacionais são muito valorizadas pelo mercado de trabalho. Para além de tornar o CV mais forte, terá também a oportunidade de praticar um novo idioma.

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O maior conselho para a geração X é que não tenham medo de arriscar novas formas de aprendizagem e até de se posicionarem perante a vida com uma postura mais ousada porque só assim poderão conseguir renovar-se e responder aos desafios atuais.

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