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Como ser um cientista do acelerador de partículas?

      
A formação universitária em Física é a escolha acertada para quem quer trabalhar como cientista de acelerador de partículas
A formação universitária em Física é a escolha acertada para quem quer trabalhar como cientista de acelerador de partículas
  • Existem bolsas de estágio espacializadas para promover a formação avançada de jovens licenciados portugueses na área da Física.
  • Os estágios têm a duração mínima de um ano e podem ser renovados por mais um ano.
  • Espera-se que os jovens engenheiros possam contribuir para aumentar a competitividade das empresas portuguesas.

Para quem pretende trabalhar como cientista de acelerador de partículas a formação universitária deverá ser realizada na área da Física e depois existe a possibilidade de realizar um estágio por exemplo na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, conhecida como CERN, o maior laboratório de física de partículas do mundo, localizado em Meyrin, na região de Genebra, na fronteira Franco-Suíça.

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No âmbito dos protocolos de formação de recursos humanos estabelecidos com a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), a Agência Espacial Europeia (ESA) e o Observatório Europeu do Sul (ESO), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) oferece bolsas de estágio especializado para quem pretende trabalhar como cientista do acelerador de partículas.

Com o objetivo de promover a formação avançada de jovens licenciados portugueses, com grau académico de licenciatura ou superior, é promovida a possibilidade de ter uma experiência prática em grandes Organizações Científicas Internacionais, nomeadamente CERN, ESA e ESO.

Os estágios, com a duração mínima de um ano que podem ser renovados por mais um ano, são selecionados por domínios tecnológicos estratégicos, dando especial atenção ao projeto, ao enquadramento pedagógico e à futura inserção dos bolseiros em empresas portuguesas orientadas à inovação. Desta forma, os jovens engenheiros portugueses desenvolvem um plano de formação complementar (on-the-job training) contribuindo também para aumentar a competitividade portuguesa ao nível destas tecnologias.

Um pouco de história…

O CERN foi criado em 1953 e, de acordo com a Convenção, assinada pelos Membros Fundadores, o objetivo principal foi “a promoção e a colaboração entre Países Europeus na área da investigação fundamental no domínio da Física da Altas Energias, de modo a permitir à Europa a liderança nesse domínio”.

O CERN é o maior laboratório de física de partículas do mundo e utiliza os maiores e mais complexos instrumentos científicos para criar as condições necessárias na deteção e estudo dos constituintes básicos da matéria e da antimatéria, que vão possibilitar a demonstração das teorias fundamentais da física de partículas. Para atingir estes objetivos, o CERN construiu e opera um conjunto de aceleradores de partículas, entre os quais se conta o maior acelerador de partículas do mundo, o LHC. 

A adesão de Portugal ao CERN foi assinada no ano de 1985, com início a 1 de janeiro de 1986. Os investigadores em Portugal ligados ao CERN formam equipa no domínio da física de partículas e física nuclear, representando várias entidades a nível nacional: o Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas - LIP, a Universidade de Lisboa, o Instituto Tecnológico e Nuclear e a Universidade de Aveiro, entre outras.

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