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Banco de manuais para estudantes universitários

      
A Câmara Municipal de Lisboa e a Universidade de Lisboa assinaram um protocolo para a criação de um banco de manuais da cidade
A Câmara Municipal de Lisboa e a Universidade de Lisboa assinaram um protocolo para a criação de um banco de manuais da cidade
  • Banco de manuais da cidade no valor de 35 mil euros vai beneficiar estudantes de Lisboa.
  • A ideia nasceu através de uma parceria entre a Universidade de Lisboa e a Câmara Municipal da cidade.
  • Os livros do banco podem ser requisitados no Caledóscopio, um espaço reabilitado para os estudantes de Lisboa.


A Câmara Municipal de Lisboa e a Universidade de Lisboa assinaram um protocolo para a criação de um banco de manuais da cidade, no valor de 35 mil euros, uma iniciativa que resulta de um projeto vencedor do Orçamento Participativo de Lisboa. 

Na cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu no passado mês de outubro, o vereador da Educação da Câmara de Lisboa Manuel Grilo lembrou que este projeto garante o investimento nos estudantes que escolhem a capital para estudar e que a autarquia “tem a honra de poder contribuir para o fim de algumas barreiras para a educação e garantir assim o acesso a manuais, para que ninguém fique para trás neste acesso ao conhecimento", afirmou. 

"Contamos agora com a Universidade de Lisboa para escolher os melhores manuais, para serem disponibilizados aos alunos, neste magnífico espaço que é o edifício Caleidoscópio”, acrescentou.

O protocolo de cooperação, ao qual a agência Lusa teve acesso, refere que "a Universidade de Lisboa é promotora do ensino em todas as áreas do saber, oferecendo 425 cursos direccionados a cerca de 50 mil estudantes". 

Por isso, esta instituição de ensino superior vai ficar responsável por adquirir "livros de apoio ao ensino superior, para todas as áreas científicas, em suporte de papel ou electrónico", que ficarão disponíveis "para consulta e empréstimo aos alunos da cidade de Lisboa, podendo os livros que o integram ser requisitados durante o período de um semestre", aponta o documento. 

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O Orçamento Participativo teve a primeira edição em 2008 e Lisboa foi a primeira capital europeia a implementá-lo, com o objetivo de aprofundar a ligação da autarquia com os seus munícipes, inspirado nos valores da democracia participativa, onde os cidadãos podem apresentar propostas para a sua cidade e votar nos projetos que considerem prioritários.

Neste seguimento, um dos projetos vencedores na área da Educação, foi o da criação do "Banco de Manuais da Cidade” que tem como objetivo beneficiar os estudantes da cidade


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