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Por que fazer um Mestrado em Psicologia?

      
Por que fazer um Mestrado em Psicologia?
Por que fazer um Mestrado em Psicologia?  |  Fonte: Fotos Universia

Não vale a pena estar com paninhos quentes: é uma área que muitas vezes requer 

mais “estômago” do que por exemplo a área de cirurgia plástica reconstrutiva. E isso é dizer qualquer coisa. Isto acontece porque, normalmente, quando uma pessoa procura um Psicólogo, não o faz com o intuito de partilhar com alguém as grandes vitórias da sua vida e o quão bem a vida lhe corre em todos os aspectos. A arte de saber ouvir, analisar, e ajudar alguém a identificar as causas das raízes dos seus problemas, assim como o processo de começar a resolvê-los ou pelo menos lidar com eles de forma mais positiva, pode ser extremamente desgastante. E a todos os níveis: emocional, física e psicologicamente. Por outro lado, a satisfação de ajudar um paciente a ultrapassar uma fase difícil, um trauma, ou aprender a lidar com uma realidade menos simpática da melhor maneira possível, deve ser algo extremamente recompensador.

Há umas décadas atrás, o facto de alguém ir ao Psicólogo era uma situação que podia levantar algum tipo de estigma para uma percentagem da população maior do que se gostaria de admitir. Muitos narizes foram torcidos por pais cujos filhos foram aconselhados a ter acompanhamento psicológico. E é compreensível que o instinto protector se sobreponha ao bom-senso: há um sentimento de desconforto por aceitar abrir uma porta sobre temas tão delicados. Mas o factor desconfortável ao qual não se deve fazer vista grossa é que a porta já está aberta, se o problema não existisse a questão nem se punha. Abrir a porta do consultório é apenas recorrer a ajuda profissional. E não quer dizer que praticar um desporto, juntar-se a uma atividade que goste, ou outra coisa não possa complementar ou eventualmente até substituir o acompanhamento psicológico, mas recorrer a ajuda profissional é sempre um bom sistema de base para  abordar problemas complexos.

Felizmente, hoje em dia, este cenário começa a ser amplamente desmistificado: as pessoas estão mais informadas e já começam a perceber que ir ao Psicólogo não é um sinal de debilidade intelectual, tendências sociais questionáveis ou um sentido de moralidade cabeludo. É claro que qualquer pessoa pode ter o azar de passar por um evento que o deixe a vaguear pelas ruas da amargura, e consequentemente estar mais fragilizada, mas não é isso que a define. Antes pelo contrário. O que a define é a vontade de procurar ajuda e a resiliência de batalhar esse processo. 

Assim, a saúde mental começa finalmente a ocupar o lugar que lhe é legítimo no âmbito da medicina moderna. Se alguém tem uma cárie, vai ao dentista. Se alguém tem uma gripe, vai ao médico. Se alguém parte um braço, vai ao hospital. E ninguém põe isso em questão. Porque haveria a saúde mental de ser tratada de maneira diferente? Há pessoas (afortunadas) que nascem com os olhos verdes, e há pessoas que nascem com um sistema endócrino que naturalmente produz menos dopamina. Assim como há pessoas que têm uma infância feliz e saudável, enquanto outras foram marcadas por traumas que lhes ficaram para a vida. Quem é alguém para julgar estas pessoas que procuram um profissional devidamente qualificado para lidar com estas situações e que as possa ajudar a serem mais felizes? 

Assim, no mundo acelerado em que vivemos, é cada vez mais comum procurar o apoio de um profissional de psicologia. Contudo, ter um interesse pelo funcionamento psicossocial do ser humano nem sempre equivale a ser necessariamente vocacionado para a Psicologia Clínica. Um Mestrado em Psicologia disponibiliza uma vasta gama de possibilidades para a sua especialidade de eleição. Aqui fica uma lista com algumas das opções para Mestrados na área da Psicologia que poderá encontrar nas Universidades portuguesas:

Lembre-se ainda que a oferta para Mestrados em Psicologia destas e outras instituições de prestígio não está de nenhum modo limitada a esta lista, e que poderá ser aprofundada aqui.


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