text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Amway e Universidade Técnica de Munique apresentam relatório mundial de empreendedorismo

      
A Amway, empresa líder mundial de venda direta, apresenta pelo quarto ano consecutivo, um estudo que foca as principais tendências mundiais e europeias na área do empreendedorismo. Este ano, foram envolvidos pela primeira vez, alguns países emergentes e potencias fora da comunidade europeia, como a Austrália, Japão, Colômbia, México e EUA.

O Relatório Global de Empreendedorismo 2013 revela conclusões positivas, com mais de 70% de inquiridos a afirmar ter uma atitude positiva perante o empreendedorismo, mostrando que este continua a ter boa reputação a nível global. O mesmo acontece com o potencial para as pessoas criarem o seu próprio emprego, com 39% dos entrevistados a idealizar começar seu próprio negócio.

 

Contudo, os resultados do estudo mostram também que a maioria das pessoas, não colocaria os seus planos em prática. O número de potenciais empreendedores que poderia colocar em acção as suas ideias é reduzido, tendo em conta que o maior obstáculo apresentado é o medo de fracassar e não atingir objectivos, com 70% dos participantes a mostrar esse receio.

 

Por outro lado, medidas como financiamento público, fundos para start-ups e formação para aprender a empreender têm incentivado as pessoas na sua decisão para criar um negócio. Estas foram principais conclusões do Amway Global Entrepreneurship Report 2013orientado pela Amway em cooperação com a Universidade Técnica de Munique.

Atitude Positiva e Potencial para Empreender

No 4º ano consecutivo de realização do estudo, a população dinamarquesa mantém a sua posição na frente do ranking mostrando uma notória atitude positiva em relação ao empreendedorismo, com 89% dos participantes a responder positivamente.

Em segundo e terceiro lugar, surgem países que participam pela 1ª vez no estudo; a Finlândia, com 87%, e a Austrália com 84%.

Relativamente ao potencial para criar o seu próprio emprego, os resultados globais são de 39%. Os países que mostram mais apetência para empreender, foram os recém-intervenientes Colômbia e México, com 63% e 56%, respectivamente. Os gregos foram os europeus que mostraram mais vontade para criar o seu próprio negócio, com 50% de respostas positivas, um resultado superior ao ano transacto.

De seguida, surge a Alemanha com um registo de 26% e o Japão, onde apenas 17% dos participantes sonham com a criação do seu próprio emprego. Michael Meissner, vice-presidente da área de Corporate Affairs da Amway Europa declara: “O objetivo primordial deste estudo, que já realizamos há quatro anos, é essencialmente salientar o potencial económico de indivíduos com espirito empreendedor em diferentes países e, apoiar estes potenciais empreendedores, ajudando-os a colocar os seus planos em prática.

Eliminar o Medo do Fracasso

Para incitar o empreendedorismo, os decisores políticos devem ajudar os potenciais empreendedores a colocar suas ideias em acção. O número de pessoas que afirma já ter sido trabalhador por conta própria é relativamente baixo e, estas declarações poderão estar relacionadas com o medo de fracassar, que registou uma evidente percentagem de respostas afirmativas – 70% dos participantes assegura ter receio de falhar.

Para os participantes que mostraram uma atitude positiva perante o empreendedorismo, mas que ao mesmo tempo não se imaginam a iniciar um negócio, o medo de fracassar apresentou-se como o obstáculo mais difícil para estes.

O Japão registou um surpreendente registo de 94%, seguido da Itália e República Checa, com 91% cada, como os países que evidenciam mais receio. Pelo contrário, os EUA com 37%, a Holanda e o México, com 43% e 47%, respectivamente, são os países que apresentam menos receio de fracassar na implementação dos seus negócios.

O medo de falhar é formado por diversos fatores, como os encargos financeiros até a falência, com 41% e, a ameaça da crise económica, com 31%.A Amway incentiva os governos nacionais e outras instituições públicas a considerar os interesses e restrições dos potenciais empreendedores, incentivando-os a tomar medidas concretas para eliminar o estigma de fracasso”, assevera Michael Meissner.

Os resultados deste estudo também mostram evidentes motivações para empreender, tendo a maior de todas registado 43% da votação – independência de um empregador. Realização das próprias ideias com 38%, ter uma segunda fonte de rendimento com 29% ou regressar ao mercado de trabalho, com 19%, foram as seguintes motivações mais registadas.

 

Incentivar Empreendedores

No que diz respeito ao incentivo para empreender, a resposta que mais escolha obteve, com 42%, foi a aquisição de recursos públicos e fundos para criação de start-ups. A formação para empreender e obter habilidades de negócios foi salientada por 33% dos participantes, assim como a vontade em receber apoio em redes empresariais, com 27%. Para além disso, os países que mostram um elevado receio de falhar, também aspiram por “modelos de negócio de baixo risco.”

Relativamente a estes estímulos, Meissner declara ainda “Promovemos o empreendedorismo entre as mulheres, os idosos, as minorias étnicas e os jovens, proporcionando uma oportunidade de sucesso internacional, de baixo risco, na área de negócio da venda direta.”

Reputação do Empreendedorismo na Sociedade

O relatório proporciona também dados sobre como cada sociedade envolvida no estudo encara o empreendedorismo, se é visto de forma positiva ou negativa.

Os americanos registaram o maior consenso de respostas positivas com 73% de respostas, seguido da Austrália com um registo de 62%. Com uma opinião divergente, apresentam-se os países onde a crise económico-financeira se instalou de forma mais agravada, como a Hungria, com 74%, assim como a Espanha e a Itália, com 64% cada.

 

 

Sobre o Relatório Global de Empreendedorismo 2013

O estudo de Empreendedorismo promovido pela Amway em 2013 realizou-se em 24 diferentes países, nomeadamente: Alemanha, Áustria, Dinamarca, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido, Roménia, Rússia, Suíça, Turquia, Ucrânia e, pela primeira vez; Finlândia, Republica Checa e Holanda, da Europa, para além da Austrália, Japão, Colômbia, México e EUA, dos restantes continentes.

O estudo vai na sua quarta edição e este ano foram inquiridos mais de 26.000 homens e mulheres, com idades entre os 14 e os 99 anos de idade.

O Relatório Amway Global Enterpreneurship Report foi desenvolvido pela Amway Europa, com o apoio do LMU Entrepreneurship Center, da Universidade Técnica de Munique e, com o apoio do instituto GfK Research de Nuremberga.

 

Sobre a AMWAY

A Amway é um dos maiores negócios de venda direta mundiais. A Alticor Inc. / Amway está posicionada em 1º lugar no negócio da venda direta, com vendas globais em 2012 na ordem de 11,3 mil milhões de USD, de acordo com o Direct Selling News, Global 100. Fundada em 1959 e com sede em Ada, Michigan, EUA, a Amway oferece produtos de consumo e oportunidades de negócio através de uma rede de mais de 3 milhões de empresários independentes em mais de 100 países e territórios. Os produtos mais vendidos da Amway são as vitaminas, minerais e suplementos alimentares NUTRILITE™, cuidados da pele e cosméticos de cor ARTISTRY™ e sistemas de tratamento de água eSpring™.


    Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.