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Aprende a falar dos teus pontos fracos numa entrevista

      
Não caia no erro grosseiro de evitar a resposta à pergunta sobre quais são os seus pontos fracos
Não caia no erro grosseiro de evitar a resposta à pergunta sobre quais são os seus pontos fracos  |  Fonte: iStock

Estes são os 3 principais pontos que deves ter em consideração:


  • Os excessos são de evitar, mesmo que o entrevistado seja desafiado a mencionar os seus defeitos nunca deve revelar baixa auto-estima.

  • Quando os pontos fracos estiverem a ser revelados devem ser acompanhados da vontade de melhorar do candidato.

  • Nunca se deve opinar negativamente sobre outra empresa ou colegas de anteriores empregos.


Como aprender a falar dos teus pontos fracos numa entrevista de emprego: 
 

1. Falar dos pontos fracos numa entrevista: as 4 bases essenciais 

2. Falar sobre os pontos fracos numa entrevista: estratégia do saldo positivo

3. Falar dos pontos fracos numa entrevista: as 4 atitudes que têm o poder de arruinar qualquer entrevista de emprego


Todos os especialistas em recursos humanos recomendam que sejamos naturais e honestos nas entrevistas de emprego. Mas como dizer a verdade se és pouco pontual e desordenado? Os recrutadores podem perguntar acerca dos pontos fracos dos candidatos com o objetivo de conhecer a pessoa e analisar a sua capacidade de autocrítica e reação perante qualquer pergunta. Fica a saber como o podes fazer da melhor forma.


Falar dos pontos fracos numa entrevista: as 4 bases essenciais 


1) Responde sobre os teus defeitos apenas se perguntarem

Nunca digas nada de negativo sobre o teu desempenho profissional a não ser que perguntem. Teres a iniciativa de falar dos teus defeitos pode mostrar que és uma pessoa muito crítica e com baixa auto-estima.

2) Os excessos são sempre maus

Os recrutadores vão ver negativamente um candidato que acredita ser o melhor trabalhador do mundo e também um que se desvaloriza demasiado. Explorar ligeiramente os pontos fortes e “maquilhar” os fracos mostra confiança em ti próprio.

3) Nunca fales negativamente de outra empresa

Pensa bem no que vais dizer, recordando que nunca deves opinar negativamente sobre outra empresa ou colegas de anteriores empregos. Tenta dar destaque aos pontos positivos e ao que conseguiste aprender ao longo dos anos. Outro truque é falar de generalidades, ocultando os aspetos mais profundos, delicados e pessoais.

4) Se foste despedido prepara bem a tua resposta

Cenário 1: Foste alvo de um despedimento no teu último trabalho? Cuidado se o problema esteve relacionado com incompatibilidades com o chefe, porque esta situação pode ser vista de forma negativa. Prepara bem esta resposta para que a tua candidatura não seja afetada.


Cenário 2:Perdeste o trabalho devido a cortes no pessoal? Opta pela verdade, já que não és o primeiro nem serás o último trabalhador a quem aconteceu esta eventualidade, ainda mais nos tempos que correm. Explica por exemplo que o despedimento aconteceu devido a problemas de sustentabilidade da empresa.


Falar sobre os pontos fracos numa entrevista: estratégia do saldo positivo


As entrevistas de emprego podem ser momentos de elevada tensão e nervosismo, por toda a pressão que temos em causar uma boa impressão no entrevistador e, consequentemente, conseguir o trabalho. É importante irmos bem preparados e parecermos relaxados e em controlo durante a entrevista.


Termos de falar sobre nós mesmos não é uma tarefa confortável para muitos de nós, e um dos momentos em que nos sentimos menos confortáveis é quando nos pedem para falar das nossas virtudes e defeitos na entrevista. Por isso, é importante estarmos preparados para falar dos pontos fracos na entrevista sem tentar “despachar” a questão, não dar respostas vagas e/ou tangenciais ou cair no erro de sermos “demasiados sinceros” e empolgarmos os defeitos, passando uma impressão derrotista de nós mesmos. 

A estratégia do saldo positivo

A estratégia do saldo positivo é muito simples. Muito sumariamente, a chave é no final da resposta terminares com um “saldo” superior de qualidades comentadas do que defeitos e pontos fracos assumidos, tanto em quantidade como em qualidade. Isto é, não digas que és um profissional “irresponsável”, por exemplo. Será melhor procurares coisas mais específicas, neste caso ao nível da capacidade de melhorares o teu sentido de organização. Outras boas opções incluem a capacidade de melhorar a gestão do stress, o excesso de perfeccionismo, etc. 


Procura teres o cuidado de serem versões light dos teus pontos fracos mas não excessivamente rebuscadas, porque provavelmente não és o primeiro candidato que o teu recrutador entrevista. A falta de transparência, ao invés da arte de utilizar a verdade da perspetiva que mais nos favorece, é um aspeto que não passará despercebido.


Neste sentido, tem em atenção que quando te perguntarem quais os teus pontos fracos numa entrevista de emprego, um excelente atalho para o pilha dos currículos “arquivados” é dar respostas com uma enorme bandeira vermelha que denotem uma atitude de preguiça ou mesmo arrogância face ao tema, tais como:  “Bom, assim de repente a verdade é que não me ocorre nenhum.” 


Uma resposta pensada e previamente estruturada dá pistas importantes ao teu recrutador, antes de mais porque constitui uma ótima oportunidade de sobressaires pela capacidade analítica e de reflexão crítica sobre ti próprio.


Idealmente, a resposta irá também mostrar capacidade de resolução de problemas e vontade de aprender/evoluir. Exatamente por isto é fundamental estares preparado para esta questão e saberes destacar os teus pontos fracos de uma forma inteligente. E é neste ponto que assenta a estratégia do saldo positivo. 


Na estratégia do saldo positivo, deves mostrar a honestidade de apresentar uma versão light de um ou dois dos teus pontos fracos, e em seguida contrabalançares as tuas dificuldades com os teus esforços no sentido de as contrariares, sendo que estes esforços devem implicar sempre uma ou duas competências muito desejáveis. Convém também que este equilíbrio na tua resposta não soe demasiado forçado, e compreenda um certo grau de naturalidade no discurso, o esperado para a circunstância em que se aplica. Por exemplo:

Estrutura da resposta no modelo saldo positivo

“A verdade é que por vezes posso ser um bocado ambicioso com a aceitação de timings, principalmente ao aceitar projetos simultâneos. Ou seja, deixo-me entusiasmar com a minha capacidade de trabalho, e depois tenho de andar a fazer “acrobacias” na agenda para conseguir entregar todos os projetos dentro dos prazos.”


O teu recrutador vai ficar a saber que poderás ter trabalho a fazer ao nível da gestão do stress, mas vai também ficar a saber que és uma pessoa esforçada e com uma elevada capacidade de trabalho.


Assim, há todo um conjunto de perguntas que serão feitas, e para as quais temos de estar preparados. Perceber as nossas virtudes, conseguirmos explicar desembaraçadamente o porquê de sermos uma mais-valia para a empresa, e o que nos motiva neste trabalho específico são alguns temas que deverás saber defender com fluência.

Falar dos pontos fracos numa entrevista: 4 atitudes que arruínam uma entrevista de emprego

Queres saber 4 atitudes que muito provavelmente vão arruinar a possibilidade de seres contratado durante uma entrevista de emprego? Confere abaixo a nossa check-list:

1 – Mexer no telemóvel

Usar o telemóvel durante uma entrevista é, sem dúvida, a coisa mais errada que podes fazer. Qualquer atitude que demonstre que estás distraído, desinteressado ou aborrecido durante a entrevista, como mexer em aparelhos eletrónicos, pode prejudicar o teu desempenho e causar estranheza no recrutador.

2 – Vocabulário imprudente

Alguma vez reparaste se tens por hábito repetir a frase “eu sei” várias vezes durante uma conversa? Convém que tenhas uma noção realista caso isso seja uma recorrência em ti, porque podes passar a imagem de que és uma pessoa pretensiosa - que é totalmente diferente de ser uma pessoa confiante. A autoconfiança é boa, mas tudo o que passa dos limites do razoável pode trazer-te problemas. Procura utilizar um vocabulário positivo e equilibrado.


3 – Não fazer o trabalho de casa

Quando vais a uma entrevista de emprego, o mínimo que o recrutador espera de ti é que conheças a empresa na qual desejas trabalhar, portanto procura  investir algum tempo em fazeres uma pesquisa antes de saires de casa. 


O melhor que tens a fazer será ficares por dentro de alguns pontos-chave, tais como: qual a política de trabalho da empresa, qual a sua história, valores e background, assim como os principais mercados envolvidos e, se fizer sentido, nunca é mau teres uma ideia geral de quem é a concorrência.

4 – Ter uma postura derrotista

Da mesma forma que a arrogância te pode prejudicar, também a falta de auto estima pode  trazer-te dissabores. Citar apenas pontos fracos ou tentar sensibilizar o recrutador são atitudes que causam má impressão. Estás, em primeiro lugar, a colocar a pessoa que te poderá contratar numa posição desconfortável logo à partida. Em segundo, é tão simples como isto: se não te certificares de valorizar o teu próprio trabalho, ninguém se vai certificar de o valorizar por ti.

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