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Novos modelos de colaboração: a empresa ágil

      
Os trabalhadores das organizações ágeis são disruptivos e assumem riscos
Os trabalhadores das organizações ágeis são disruptivos e assumem riscos
  • Criar redes, apostar numa estratégia aberta, agir com rapidez, ter paixão e responsabilidade e integrar a tecnologia são as chaves para definir uma organização ágil.
  • As empresas ágeis são ecossistemas de organismos vivos, que imprimem um ritmo frenético à organização e interagem de diferentes formas.
  • As organizações ágeis criam sinergias com os seus stakeholders, partilham e transformam-se em protagonistas dos negócios.

As empresas ágeis têm uma entidade muito própria: são compostas por um núcleo, que é fixo e estável, e por um perímetro muito dinâmico de colaboradores internos e externos.

Ambos coexistem e convergem com missões divididas: o núcleo proporciona robustez à organização e o perímetro a agilidade para se adaptar às mudanças e demandas de um contexto marcado pelo digital.

Um exemplo comparável refere-se a um smartphone, com um núcleo sólido (hardware) e preparado para suportar uma infinidade de aplicações.

As organizações ágeis criam sinergias com os seus stakeholders, partilham e transformam-se em protagonistas dos negócios.

Este tipo de empresas baseiam-se em novos modelos de relacionamento baseados na partilha e na disponibilização de informações, na troca de ideias e talentos ou em colaboração aberta.

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Neste contexto, a McKinsey fala sobre cinco facetas que definem as organizações ágeis:

1- Apostam numa estratégia aberta, que marca a transição de um modelo competitivo - baseado na captura de valor de fora a outro que reconhece que existe um ecossistema cheio de talento e oportunidades para se associar e colaborar livremente. A inovação aberta com diferentes stakeholders - desde funcionários até aos clientes - é um exemplo claro de como a co-criação com outros atores fortalece as organizações.

2- Criam redes de pessoas autónomas, com margem de liberdade de movimentos e capazes de elaborar propostas disruptivas contra o modelo de hierarquia anterior, onde existia o medo dos chamados organismos vivos e autónomos.

3- São rápidas, mesmo assumindo riscos. Tomá-los é melhor do que ser ultrapassado pelos concorrentes por causa do planeamento excessivo. A sua capacidade de renovar produtos e serviços é mais um sinal da agilidade necessária para surpreender um mercado (e rivais) em constante mudança. 

4- Têm paixão e responsabilidade pelo que fazem globalmente,  num nível partilhado. E isso depende em grande parte de um estilo de liderança que dá destaque às pessoas, incentiva o desenvolvimento do seu talento e aposta no empreendedorismo para transformá-las em protagonistas dos seus projetos.

5- Integram a tecnologia entre as pessoas de uma forma natural, não tanto como uma ferramenta para resolver uma tarefa específica, mas como um recurso a partir do qual se pode construir o valor do dia-a-dia que dá agilidade para construir novas propostas.

Abertura e colaboração são as chaves da McKinsey para estar na crista da onda de um contexto mutante e convulsivo.

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