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Como aumentar a empregabilidade?

      
A sua futura empregabilidade depende da forma como administrar a sua carreira e a sua própria marca profissional
A sua futura empregabilidade depende da forma como administrar a sua carreira e a sua própria marca profissional
  • À partida todos os profissionais são empregáveis, embora muitas vezes não se sintam assim.
  • A sua futura empregabilidade depende da forma como administrar a sua carreira e a sua própria marca profissional.
  • É imperativo assumir o controlo do seu caminho profissional e começar a ser muito mais estratégico para garantir que permanecerá relevante no mercado.

O que acontece é que o mercado de trabalho está a mudar profundamente (já se fala da quarta revolução industrial), tanto na procura por profissionais quanto no relacionamento das empresas com estes... Mas uma grande maioria dos profissionais não se está a adaptar a estas mudanças.

Cada vez mais empregos desaparecem porque são automatizados, mecanizados ou robotizados. Entende-se que a tentação é demonizar esta mudança porque está a supor perdas de emprego, mas a realidade é que estamos perante um novo ciclo - como foram as revoluções industriais anteriores, tempos de mudanças profundas onde alguns empregos se perdem, mas outros se ganham.

Apenas há um pouco mais de 10 anos que existem redes sociais. Ou seja, se trabalha com o marketing digital ou no setor dos telefones móveis o seu trabalho não existia há 20 anos.

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Da mesma forma, não temos ideia de novos trabalhos irão surgir dentro de 10 anos - já temos a inteligência artificial, a big data, a nanotecnologia, a robótica e outra série de ecossistemas e fatores socioeconómicos que já estão a criar novas profissões e a exigir novos profissionais, mas não adivinhamos o futuro.

Se hoje pode parecer surreal que haja estudantes que paguem o curso passeando os telemóveis dos outros para caçar Pokémons, imagine o que alguém pensaria há 100 anos se  lhe dissesse que os profissionais mais bem pagos deste século são... alguns indivíduos de calções a correr atrás de uma bola.

O problema da grande mudança que estamos a viver é o período de transição. Para todos aqueles profissionais cujo conhecimento tem sido (ou está a tornar-se) obsoleto, que tem que enfrentar as novas procuras de conhecimento das empresas, o tempo é muito complicado. Como nos preparamos para mantermo-nos relevantes, empregáveis e valiosos em todos os momentos?

Num mundo em que vemos que novas competências são exigidas tão rapidamente quanto outras não são mais necessárias, há duas chaves que os profissionais devem ter em conta:

1- Empregabilidade

A empregabilidade vai deixar de depender do que já sabe para passar a depender do que é capaz de aprender. Anteriormente, alguém era arquiteto, advogado, engenheiro, vendedor ou funcionário do banco; agora existem gestores de redes sociais, especialistas em big data, designers de IU / UX, especialistas em serviços na nuvem, gestores de comunidades, programadores de aplicações móveis, técnicos em energia. Os trabalhos são cada vez mais abstratos e a aprendizagem autodidata assume muita relevância.

2- Flexibilidade

A flexibilidade será a palavra-chave. Às vezes, um emprego em tempo integral é a melhor opção, mas noutro momento talvez seja melhor trabalhar como freelancer por uma temporada.

Isto requer a nossa adaptação. O nosso posicionamento no mercado deixa de ser o dos "candidatos a emprego" e devemos nos ver como consultores do nosso próprio serviço.

Um consultor deve atualizar constantemente os seus conhecimentos e serviços. Deve ser moderno e oferecer aos seus clientes as novidades e melhorias que estão a ser incorporadas no mercado.

Não podemos nos limitar a entrar numa empresa e acomodarmo-nos. Não podemos esperar que cuidem da nossa carreira e nos mantenham a trabalhar enquanto nos interessar.

No momento em que fazemos isto, a nossa carreira fica estagnada. Paramos de aprender, de nos mantermos atualizados, paramos de nos adaptar. E isso significa que estamos a colocarmo-nos em sério perigo, significa que estamos a deixar de ser "empregáveis".

E ninguém vai perder um minuto de sono pela sua carreira ou pela sua empregabilidade.

Isto significa começar com:

1- Saber perfeitamente que problema ou necessidade pode resolver numa empresa

Deve definir e ser capaz de comunicar a sua proposta de valor. É aí que reside o seu verdadeiro poder, não na lista de postos que ocupou, nem mesmo em quais são as suas habilidades. Se é capaz de articular como cria ou economiza dinheiro para a pessoa que o pode contratar, mostrará ao recrutador que entende o seu problema e que é capaz de resolvê-lo.

2- Estar continuamente a maximizar esse valor, com base em manter-se atualizado, adaptado e competitivo.

Ninguém vai pagar pela sua licenciatura, um diploma universitário passou a ser um requisito mínimo.

Numa época em que a educação informal é mais acessível do que nunca, não há desculpas para não estar atualizado e saber como fazer quase tudo. Os cursos online permitem flexibilidade de horários, conseguindo ter acesso a uma aprendizagem continua. 

No final, a mudança de paradigma mais clara é esta:

Essa segurança que antes encontrávamos num posto de trabalho, agora temos que originá-la nós mesmos.

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