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Greve de transportes: como afecta o nosso dia-a-dia?

      
greve de transportes
greve de transportes  |  Fonte: iStock

Como somos afectados pela greve de transportes?

Relativamente aos bens alimentares, a realidade é que o maior transtorno está relacionado com a falta de alimentos frescos, como fruta, legumes, peixe ou carne. Todos os alimentos de longa duração podem ser armazenados e por norma as superfícies comerciais garantem um aumento dos produtos em stock. Contudo, se a greve se estender por um período anormal, poderíamos mesmo assistir ao racionamento de certos produtos.

Por outro lado, em relação às matérias perigosas, a maior preocupação prende-se com a falta de disponibilidade de combustível. Isto inclui tanto o gasóleo, como a gasolina ou mesmo gás. Na greve de transportes que decorreu em Abril deste ano, o abastecimento de combustível foi racionado para diminuir os efeitos da greve na população.

Para além disso, a greve também poderá afectar os transportes públicos pois se a greve decorrer ao longo de vários dias, poderá não haver combustível para assegurar os transportes. Referimo-nos a todo o tipo de transportes, não só de autocarros mas também em relação a barcos, aviões, táxis ou outro tipo de veículos com motoristas.

Outra questão é a forma como a greve de transportes pode impactar o trabalho dos outros, ou seja, como poderá dificultar a execução desse trabalho e levar inclusivamente a paralisações noutros setores. Em greves anteriores, vários setores sentiram o impacto da greve, como a indústria agroalimentar ou do vestuário que tiveram de parar a produção por falta de matérias primas ou fontes de energia. Neste caso, se a greve se prolongar podem ser tomadas medidas para enviar os trabalhadores para casa, como o regime de layoff.

Resumidamente, quanto mais longa for a greve mais fortes serão os efeitos da mesma.

Como minimizar os efeitos da greve de transportes de mercadorias

Apesar de a maioria das instituições que dependem do transporte de mercadorias ou que necessitam de combustível para operarem terem planos de contingência adequados a esta situação, todos nós poderemos tomar algumas medidas de precaução. Relativamente aos bens essenciais, como comida e água, poderemos aumentar a quantidade destes itens nas nossas despensas e congeladores.

Em relação ao combustível, se a nossa residência e local de trabalho ou escola forem bem servidos por transportes públicos, podemos optar por utilizar a rede de transportes, poupando combustível. Ainda assim, é necessário estar atento à supressão de algumas linhas ou diminuição da frequência.

Se por algum motivo não é possível fazê-lo, talvez seja possível articular com colegas uma rede de boleias diminuindo o gasto de combustível por pessoa. Para além disso, também poderá armazenar até 10L de combustível. Caso exista um carro eléctrico na sua residência, não terá motivos de preocupação.

No caso dos estabelecimentos ou residências, que recorram à utilização de botijas de gás butano, propano ou carburante, também deverão garantir que têm alguma reserva desta fonte de energia.


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