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Universidade do Minho aprofunda rede de cooperação na China

      
A Universidade do Minho (UMinho) tem protagonizado diversos acordos de cooperação que visam o estreitamento de relações académicas e científicas e consequente aprofundamento da rede de investigação, na sua missão à China. O reitor António M. Cunha integrou a comitiva que acompanhou a visita de Estado do Presidente da República à China, aproveitando o ensejo para assinar um conjunto de acordos que visam estender a rede de cooperação da UMinho no Oriente.

No passado dia 16 de maio, e na presença do Ministro de Educação e Ciência, Nuno Crato, e do embaixador de Portugal em Pequim, foram assinados pelo reitor da UMinho três protocolos com universidades e centros de investigação, nomeadamente a Universidade de Nankai (UN), com o objetivo de aprofundar a colaboração no âmbito do Instituto Confúcio da UMinho; a Universidade de Jiaotong de Pequim, para o intercâmbio de docentes e estudantes, para além da criação de um curso conjunto em português; e o Instituto de Macrobiótica da Academia de Ciências da China, para a criação de uma plataforma de e-learning, no âmbito das actividades da Micoteca da UMinho. Foi igualmente assinado um protocolo com o HANBAN (o organismo do Governo chinês responsável pela promoção e divulgação da cultura chinesa no mundo) que visa o aprofundamento da colaboração no âmbito do Instituto Confúcio da UMinho, propiciando o desenvolvimento da língua chinesa em Portugal e apoiando-o para o seu envolvimento nas colaborações económicas empresariais entre os dois países.

A UMinho integra ainda a parceria que assinou um memorando de entendimento com vista à criação de um centro de I&D em Braga. Esta iniciativa junta a InvestBraga, o Grupo DST e a ZTE, empresa chinesa líder nas telecomunicações e tecnologias de informação, e tem por objetivo a promoção da inovação, do investimento e do intercâmbio económico. Por fim, a UMinho e a Universidade de Macau assinarão um acordo que visa promover a cooperação entre Portugal e a Região Administrativa Especial de Macau, através de seminários, cursos, projetos de investigação, intercâmbios e o desenvolvimento conjunto de programas, entre outros aspetos. Os signatários destes acordos foram depois recebidos num almoço com o Chefe de Estado português, que reuniu responsáveis de instituições de ensino superior portuguesas e chinesas.


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