text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Presidente do CCISP realça o crescimento global dos candidatos ao ensino superior

      
Fonte: Picasa Universia

Conhecidos os resultados das colocações da primeira fase do concurso nacional de acesso, o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) assinala o crescimento no número de colocados no ensino superior politécnico. “São boas notícias porque este crescimento fica-se a dever exclusivamente aos Politécnicos, e porque se inverteu a tendência dos últimos anos”, sublinha Joaquim Mourato, presidente do CCISP.

 

A taxa de colocação passou, nesta primeira fase, de 55% em 2013, para 58% em 2014, tendo sido colocados 13.133 estudantes nas Instituições Politécnicas, ou seja, mais 379 em relação a 2013. “Outro aspeto muito positivo para os Politécnicos foi o crescimento de 5% do número de estudantes de primeira opção, o que significa que em 2014, 12.167 estudantes (mais 938 estudantes do que em 2013) escolheram cursos dos politécnicos em primeira opção”, realça Joaquim Mourato.

 

No global, considerando politécnicos e universidades, há mais 363 colocados no ensino superior em 2014 (de 37.415 para 37.778), subida que se deve inteiramente às colocações nos politécnicos. Apesar deste crescimento, a taxa de colocação geral passou a ser de 89% (sendo em 2013 de 93%), o que significa que ficaram 4.630 estudantes por colocar nas fases seguintes do concurso. “Este número, a juntar aos candidatos da segunda chamada dos exames, cria boas expetativas para os resultados da segunda fase do concurso nacional”.

 

Joaquim Mourato explica que “estamos, obviamente, perante resultados ainda apenas da primeira fase, e as colocações só terminam com as três fases do concurso nacional e com os regimes e concursos especiais”.

 

 “Em termos gerais, julgo que podemos dizer que a melhor notícia é mesmo o facto de que voltamos a ter mais alunos a candidatarem-se e a ingressarem no ensino superior, e em particular, nos politécnicos”, explica o presidente do CCISP. “Esperemos que 2014 seja um ano de viragem, e que iniciemos uma trajetória de crescimento dos candidatos ao ensino superior, o que é fundamental para alimentarmos a ambição de alcançar a meta de 40% dos jovens com idade compreendida entre 30 e 34 anos com um curso superior”, sublinha.

 

“Uma nota que deve ficar para o futuro”, refere Joaquim Mourato, “é que necessário olhar de forma particular para os cursos de engenharia. Sendo uma área de forte empregabilidade e fundamental para a industrialização e desenvolvimento do país, é extremamente preocupante constatar a pouca procura destes cursos por parte dos candidatos ao ensino superior”, acrescentando ainda que “é fundamental que o Ministério da Educação e Ciência crie medidas concretas que permitam melhorar a preparação dos estudantes que realizam as provas de ingresso de Matemática e de Física”. “É igualmente imperativo que se criem condições objetivas para que no próximo ano existam mais alunos a candidatarem-se aos cursos de engenharia”, alerta.

 

 


Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.