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Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra premiado pela Gulbenkian

      
<p style=text-align: justify;>A distinção, na área <strong>científica da Química e Cérebro no âmbito do Ano Europeu do Cérebro</strong>, será entregue numa cerimónia oficial da <strong>Fundação Calouste Gulbenkian</strong> (FCG), no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 15 horas, no Auditório 3. O prémio, no total de 12.500 euros, é repartido em duas partes: <strong>2.500 para o investigador e 10.000 para a Instituição de acolhimento</strong> suportar os encargos com a execução da investigação.</p><p style=text-align: justify;> </p><p style=text-align: justify;>Rui Barbosa, investigador do <strong><a title=Centro de Neurociências e Biologia Celular href=https://www.uc.pt/iii/linksMembros/CNC-s target=_blank>Centro de Neurociências e Biologia Celular</a></strong> (CNC) responsável pelo acolhimento institucional do projeto, detalha os <strong>objetivos da pesquisa</strong>: «o estudo das <strong>reações do nitrito no cérebro envolverá a sua medição</strong>, em tempo real, no espaço extracelular, com um sensor de dimensões micro (microbiosensor), em simultâneo com a medição do fluxo sanguíneo cerebral com sonda laser. Posteriormente serão realizadas experiências in vivo com os microbiosensores implantados no cérebro de rato, os quais permitirão modular a sua atividade neuronal».</p><p style=text-align: justify;> </p><p style=text-align: justify;><br/>O investigador salienta ainda que «os resultados deste estudo in vivo no cérebro podem <strong>contribuir para esclarecer o papel do nitrito, ascorbato e óxido nítrico na função vascular do cérebro</strong>, promovendo o fluxo sanguíneo em estados de privação de oxigénio e abrindo a possibilidade de novas abordagens terapêuticas para determinadas patologias cerebrais».</p><p style=text-align: justify;> </p><p style=text-align: justify;>O Programa de Estímulo à Investigação da Fundação Calouste Gulbenkian distingue anualmente <strong>propostas de investigação de elevado potencial criativo em áreas científicas</strong> no âmbito das disciplinas básicas: Matemática, Física, Química e Ciências da Terra e do Espaço, apoiando a sua execução em centros de investigação portugueses.</p><p style=text-align: justify;> </p><p style=text-align: justify;>A distinção destina-se a <strong>jovens envolvidos em trabalhos de investigação</strong> em instituições de investigação portuguesas, cuja idade seja inferior a 26 anos, sendo que a bolsa divide-se em duas partes, uma para o investigador e a outra para a instituição de acolhimento.</p>

A distinção, na área científica da Química e Cérebro no âmbito do Ano Europeu do Cérebro, será entregue numa cerimónia oficial da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 15 horas, no Auditório 3. O prémio, no total de 12.500 euros, é repartido em duas partes: 2.500 para o investigador e 10.000 para a Instituição de acolhimento suportar os encargos com a execução da investigação.

 

Rui Barbosa, investigador do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) responsável pelo acolhimento institucional do projeto, detalha os objetivos da pesquisa: «o estudo das reações do nitrito no cérebro envolverá a sua medição, em tempo real, no espaço extracelular, com um sensor de dimensões micro (microbiosensor), em simultâneo com a medição do fluxo sanguíneo cerebral com sonda laser. Posteriormente serão realizadas experiências in vivo com os microbiosensores implantados no cérebro de rato, os quais permitirão modular a sua atividade neuronal».

 


O investigador salienta ainda que «os resultados deste estudo in vivo no cérebro podem contribuir para esclarecer o papel do nitrito, ascorbato e óxido nítrico na função vascular do cérebro, promovendo o fluxo sanguíneo em estados de privação de oxigénio e abrindo a possibilidade de novas abordagens terapêuticas para determinadas patologias cerebrais».

 

O Programa de Estímulo à Investigação da Fundação Calouste Gulbenkian distingue anualmente propostas de investigação de elevado potencial criativo em áreas científicas no âmbito das disciplinas básicas: Matemática, Física, Química e Ciências da Terra e do Espaço, apoiando a sua execução em centros de investigação portugueses.

 

A distinção destina-se a jovens envolvidos em trabalhos de investigação em instituições de investigação portuguesas, cuja idade seja inferior a 26 anos, sendo que a bolsa divide-se em duas partes, uma para o investigador e a outra para a instituição de acolhimento.


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