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Universidade de Aveiro descobre metais pesados perigosos para a saúde em biocombustíveis domésticos

      
As investigadoras Estela Vicente e Célia Alves com amostras de pellets
As investigadoras Estela Vicente e Célia Alves com amostras de pellets

Zinco, chumbo, ferro e arsénio são alguns dos metais pesados descobertos por uma equipa da Universidade de Aveiro (UA) nas partículas emitidas durante a queima de vários tipos de pellets à venda no mercado nacional. Potenciadores de múltiplas doenças respiratórias e desencadeadores de cancro, os elevados teores de metais identificados pelos investigadores resultam da utilização, no fabrico das pellets, de resíduos de madeiras provenientes da indústria mobiliária e da construção civil que contêm colas e tintas ou que foram tratadas com biocidas para evitar a infestação. Sem legislação que regulamente o fabrico deste biocombustível e, principalmente, que proíba o uso de metais pesados na sua composição, as pellets fabricadas em Portugal, face ao preço elevado dos combustíveis tradicionais, são cada vez mais utilizadas em recuperadores de calor doméstico.


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