text.compare.title

text.compare.empty.header

Notícias

Investigadores de Coimbra estudam a dor em crianças com cancro

      
<div align=justify> O docente acredita ainda que este é o primeiro estudo, feito no país, a abordar o tema de forma "transversal" e a usar uma escala nova, a <strong>Adolescent Pediatric Pain Tool</strong>, que está a ser validada em Portugal. "É inovador, não tenho conhecimento de outro [nestes moldes]". </div><div align=justify><br/><br/><br/> O projecto de investigação <strong>Experiências de dor de crianças com cancro: localização, intensidade, qualidade e impacte</strong>, financiado pela <strong>Fundação para a Ciência e a Tecnologia</strong>, está a ser desenvolvido por uma equipa da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (Uicisa-E) da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEC).<br/><br/> O objectivo geral do estudo é caracterizar as experiências de dor de crianças, dos 8 aos 17 anos, com doença oncológica durante a hospitalização. Onde é que dói, com que intensidade e qual o impacte sobre o sono e a qualidade de vida são algumas das questões a que estes investigadores procuram responder. Este estudo vai permitir estudar a "eficácia" e aperfeiçoar as "intervenções para o controlo da dor" nas crianças, refere Luís Batalha.<br/><br/> De acordo com os investigadores, estima-se que na Europa surjam, por ano, 14 novos casos de cancro em cada 100 mil jovens com menos de 19 anos. Ao contrário do que acontece nos adultos, mais de três quartos destes jovens sobrevivem, o que levanta "novos desafios" relativamente à prevenção da dor crónica e à qualidade de vida deste grupo. "Durante a hospitalização por doença, a dor é o sintoma com maior prevalência, em resultado do tratamento ou da própria doença". </div><div align=justify><br/> Apesar deste estudo estar circunscrito a crianças e instituições portuguesas (Hospital Pediátrico de Coimbra e IPO de Lisboa e do Porto), esta investigação, que durará três anos e que apresentará as primeiras descrições da dor ao fim de cerca de um ano e meio, insere-se num estudo coordenado pela <strong>Universidade da Califórnia</strong> em Los Angeles-UCLA (Estados Unidos) e realizado em colaboração com as universidades de<strong> Toronto</strong> (Canadá) e de <strong>São Paulo</strong> (Brasil).<br/><br/> A equipa conta, ainda, com a colaboração do <strong>Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social</strong> da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e do Departamento Pediátrico do <strong>Centro Hospitalar de Coimbra</strong>.<br/></div><p>   </p>
O docente acredita ainda que este é o primeiro estudo, feito no país, a abordar o tema de forma "transversal" e a usar uma escala nova, a Adolescent Pediatric Pain Tool, que está a ser validada em Portugal. "É inovador, não tenho conhecimento de outro [nestes moldes]".



O projecto de investigação Experiências de dor de crianças com cancro: localização, intensidade, qualidade e impacte, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, está a ser desenvolvido por uma equipa da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (Uicisa-E) da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEC).

O objectivo geral do estudo é caracterizar as experiências de dor de crianças, dos 8 aos 17 anos, com doença oncológica durante a hospitalização. Onde é que dói, com que intensidade e qual o impacte sobre o sono e a qualidade de vida são algumas das questões a que estes investigadores procuram responder. Este estudo vai permitir estudar a "eficácia" e aperfeiçoar as "intervenções para o controlo da dor" nas crianças, refere Luís Batalha.

De acordo com os investigadores, estima-se que na Europa surjam, por ano, 14 novos casos de cancro em cada 100 mil jovens com menos de 19 anos. Ao contrário do que acontece nos adultos, mais de três quartos destes jovens sobrevivem, o que levanta "novos desafios" relativamente à prevenção da dor crónica e à qualidade de vida deste grupo. "Durante a hospitalização por doença, a dor é o sintoma com maior prevalência, em resultado do tratamento ou da própria doença".

Apesar deste estudo estar circunscrito a crianças e instituições portuguesas (Hospital Pediátrico de Coimbra e IPO de Lisboa e do Porto), esta investigação, que durará três anos e que apresentará as primeiras descrições da dor ao fim de cerca de um ano e meio, insere-se num estudo coordenado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles-UCLA (Estados Unidos) e realizado em colaboração com as universidades de Toronto (Canadá) e de São Paulo (Brasil).

A equipa conta, ainda, com a colaboração do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e do Departamento Pediátrico do Centro Hospitalar de Coimbra.

 


Tags:

Aviso de cookies: Nós usamos cookies próprios e de terceiros para melhorar os nossos serviços , para análise estatística e para mostrar publicidade. Se você continuar a navegar considerar a aceitação de seu uso nos termos estabelecidos nos Política de Cookies.