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Como obter melhores resultados nos exames?

      
Como obter melhores resultados nos exames?
Como obter melhores resultados nos exames?

Hábitos do bom estudante

O grande segredo para atingires os melhores resultados possíveis nos exames é: consistência. Isto quer dizer que não deve ser na fase de exames que deves começar a preocupar-te com os resultados. Os bons resultados exigem uma certa precedência e deves usar os testes e a avaliação contínua, para treinares as tuas capacidades para provas escritas e orais. Cada curso e disciplina, irá exigir diferentes métodos de estudo. No entanto, existem alguns hábitos que são transversais ao bom estudante e que te ajudarão a lidar com a tua própria consistência nos resultados obtidos.

  • Reparte o trabalho que tens de fazer durante o semestre e nivela os diversos elementos de avaliação para uma realização progressiva do teu estudo/esforço.

  • Se começaste o semestre com uma má avaliação, lembra-te que, na verdade, este é o teu primeiro passo para atingires os resultados que desejas.

  • Se não tiveste a oportunidade de estudar pelo método de avaliação contínua e estás perante um exame final, terás de estar na tua melhor capacidade para conseguires recorrer às tuas funções intelectuais e de gestão dos temas que sairão na prova. 

  • O momento de avaliação é sempre um momento de grande stress, mas está provado que os alunos que fazem uma melhor gestão das suas emoções, são também aqueles que conseguem ter melhores resultados. Durante o teu percurso académico poderá ser importante que também procures aconselhamento no sentido de organizares a tua vida interior.

Estudo científico sobre como melhorares as tuas capacidades intelectuais

Uma das formas para diminuíres a ansiedade que antecede uma prova é passares alguns minutos a escrever sobre as tuas preocupações, um exercício simples que liberta capital intelectual necessário para realizar um teste com sucesso. Esta é a conclusão de um grupo de investigadores da Universidade de Chicago, que mostrou que os estudantes que transmitem as suas preocupações para o papel obtêm melhores resultados do que aqueles que não o fazem. 

O estudo publicado na revista “Science” revela que foram analisados 20 alunos que fizeram vários testes. O primeiro era de matemática e foram convidados a fazê-lo da melhor forma possível.  Antes de iniciarem o segundo, da mesma disciplina, foi-lhes informado que iriam receber uma recompensa financeira em função dos resultados e que toda a prova seria filmada. 

Metade dos alunos teve dez minutos antes do exame para expressar os seus sentimentos e preocupações relativos à prova a que iam ser submetidos e à sua vida pessoal. Este grupo foi também aquele que teve melhores resultados e precisão matemática. O mesmo processo foi repetido com testes de biologia e os resultados obtidos foram semelhantes. 

Desgaste de memória

Não é a primeira vez que se demonstra que fazer algo sobre pressão desgasta a memória de trabalho do cérebro, essencial para actividades simples do quotidiano. Este tipo de memória,  localizado no córtex pré-frontal funciona como uma espécie de bloco de notas. Quando as preocupações se acumulam, começa-se a perder a agilidade mental necessária para responder aos medos e bloqueia-se. 

Sian Beilock,  psicóloga e autora principal do estudo, define o problema como uma “asfixia” da capacidade de trabalhar sob pressão, uma situação em que as pessoas obtêm resultados abaixo das suas capacidades. 

Esta sensação de “alívio” induzida pela escrita é também uma das ferramentas utilizadas pelos psicólogos e psiquiatras para que os seus pacientes expliquem situações traumáticas, acrescentou a especialista. 


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